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Luana Langes

Luana Langes

Quem já não sentiu aquele frio na barriga ao ter que delegar a outra pessoa uma tarefa ou atividade importante? Alguns pensamentos são: será que posso confiar nessa pessoa para executar essa atividade de maneira eficiente? Será que essa pessoa vai fazer como eu faria? Será que vou ter retrabalho?

É normal sentir insegurança em confiar atividades importantes para a equipe, porém, “abraçar tudo” não é a melhor opção. Uma das características da boa liderança é a capacidade de delegar, o que não significa abrir mão do controle, como muitos empreendedores pensam.

Delegar tarefas não quer dizer que você seja incompetente!

Ao contrário, quer dizer que você confia e acredita na competência do seu time.

Imagine um pássaro com uma asa só, dificilmente ele conseguirá alçar grandes voos. Um líder que não sabe delegar é como se fosse esse pássaro. O líder que sabe delegar descentraliza, e ao fazer isso, ele dá autonomia para os seus liderados. Certa vez, ouvi de um gestor que não se descobre o potencial de alguém sem “soltar a corda”.

No entanto, temos um “porém”: delegar não significa “delargar”.

Delegar vai além de simplesmente pedir para um colaborador realizar determinada tarefa e esperar que ela seja finalizada. O processo de delegação envolve confiança, treinamento, acompanhamento e principalmente, comunicação.

Ao delegar, é importante também ter limites. Seu papel como líder é o de observar e oferecer suporte aos funcionários, explicando o que não pode mudar (o padrão da empresa), mas deixando uma parte da atividade delegada para que o liderado faça do “seu jeito”.

Diante de uma dúvida, o líder não deve dar a resposta, e sim fazer novas perguntas para que a pessoa encontre as soluções através das suas potencialidades. O Líder deve ajudar sua equipe a desenvolver o pensamento crítico para que ela melhore ao tomar decisões por conta própria. Dar espaço para que errem e aprendam com o erro também é essencial. Correr riscos calculados. Intervenções em excesso podem acabar com você fazendo, ou dizendo como eles devem fazer o trabalho deles – o que limita o aprendizado. Se você quer que as pessoas aprendam, precisa permitir que errem e que descubram como corrigir os erros.

O jeito mais fácil de dar liberdade ao funcionário é perceber que a sua forma de fazer as coisas não é a única correta – e que novas abordagens podem até trazer melhorias ao processo. O foco do gestor, portanto, deve ser em obter um resultado de alto nível, não em detalhar minuciosamente tudo a fazer.

Listo abaixo alguns benefícios de delegar funções:

• Desenvolvimento dos colaboradores, dando-lhes oportunidade para expandir suas habilidades, encorajando-os a usar sua criatividade e capacidade de resolver problemas e tomar decisões;

• As pessoas aprendem fazendo e a delegação permite que elas façam;

• Maior comprometimento dos colaboradores;

• Aumento do grau de iniciativa dos colaboradores;

• Fortalecimento da criatividade e inovação a partir das contribuições da equipe;

• Tempo para execução de atividades mais importantes, isto é, planejar, organizar, acompanhar, supervisionar, controlar resultados, inovar etc.

E então... muito trabalho por aí?

Que tal parar um tempo para pensar no planejamento da empresa, nas atividades estratégicas, nos projetos? Quando você delega, você conquista uma coisa fantástica chamada TEMPO!

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Talvez todos nós já tenhamos ouvido aquelas famosas frases: “parece que o tempo está passando mais rápido”; “mal começou o ano e já está acabando”; “nem vi o dia passar” e assim por diante...

Antigamente o dia, a semana, o mês, o ano demoravam mais para passar, não é mesmo? Ao menos tínhamos essa impressão.

Não há dúvidas que nossos dias estão cada vez mais corridos, a tal ponto que muitos usam as madrugadas e finais de semana para conseguir cumprir todos seus compromissos. Na verdade isso que pensamos ser uma sensação de tempo curto, nada mais é do que reflexo do modelo de vida da sociedade contemporânea, que cada vez mais é exigida em todas as esferas, seja social, profissional ou familiar.

Então como resolver nossa agenda e viver em paz com o tempo?

Dias atrás participei de um treinamento na Grokker, no qual tivemos acesso a uma ferramenta simples, mas que ajudará você a apagar os incêndios e organizar o dia: Matriz de Gerenciamento do Tempo.

Essa é uma ferramenta poderosa de gestão de tempo e priorização de atividades. Serve para organizar as tarefas a executar, considerando aquilo que é importante e urgente, conforme figura abaixo:

thumbnail MatrizEisenhower


Desta forma, você terá quatro quadrantes onde listará as suas atividades de acordo com a urgência e importância, cada uma em seu quadro de acordo com a qualificação da atividade.

Quadrante I: Todas as tarefas que são importantes, mas que por imprevistos, falta de prevenção ou má gestão do tempo, tornaram-se também urgentes. Incluem atividades como reuniões de última hora, crises, reparos, incêndios;

Quadrante II: é composto pelas tarefas importantes, mas com tempo hábil para serem executadas. Por não terem o aspecto da urgência, é comum que acabem recebendo pouca atenção, mas é o mais importante quadrante da matriz. Aqui permanecem as atividades relacionadas ao planejamento estratégico, melhorias (em processos, produtos, servicos...) , inovações, treinamentos, feedbacks, preparação de sucessores, atenção ao cliente, projetos de inovações...

Quadrante III: são as tarefas urgentes, mas sem importância. Aqui residem as interrupções que, por vezes, nos levam a perder tanto tempo, como telefonemas que precisamos atender, reuniões sem importância, relatórios desnecessários, pessoas que temos de dar atenção imediata;

Quadrante IV: Atividades que não possuem urgência e nem importância. São as distrações, representadas por tarefas como trocas de mensagens irrelevantes, mau uso das redes sociais, jogos em momentos inadequados, etc. Geralmente é um tempo mal investido, e em muitas ocasiões as ações desse quadrante se devem à procrastinação ou fuga.

Como se pode notar, é uma ferramenta de fácil entendimento, e bastante eficaz para que as pessoas consigam organizar melhor o seu tempo de acordo com suas verdadeiras prioridades.

Quer mais produtividade? Elimine as distrações, concentre-se no objetivo e os resultados virão.

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Nós, seres humanos, somos extremamente visuais e estamos julgando uns aos outros constantemente pela aparência. O mais surpreendente é que este julgamento é feito nos primeiros segundos de contato. Ou seja, quando conhecemos alguém, antes mesmo de falarmos com essa pessoa, já estamos sendo avaliados quanto ao nosso estilo de vida, situação financeira, personalidade, cultura...

Em um processo de seleção isso não é diferente.

Já parou para pensar o quanto uma imagem pessoal negativa pode prejudicar nos primeiros momentos de uma entrevista de emprego? Precisamos prestar atenção à nossa imagem pessoal tanto na busca de uma vaga de emprego quanto para nos mantermos no mercado de trabalho. Existe uma famosa frase que diz: “a primeira impressão é a que fica”. É VERDADE. Normalmente não temos uma segunda oportunidade de causar uma primeira boa impressão!

Este primeiro contato é crucial no que diz respeito a vida profissional, pois não é somente o currículo e as experiências profissionais do candidato que fazem a diferença: aparência, postura e o comportamento que você apresenta mostram a sua condição para conquistar a vaga desejada.

É verdade que a sua imagem pessoal não lhe garante um emprego. Uma embalagem sem conteúdo não tem muita força; mas sem ela será mais difícil ainda.

Não basta sermos ótimos profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais. Aqui vão algumas dicas de como manter uma boa aparência:

- Defina como você quer parecer. Um profissional do mercado financeiro? Dono de uma loja de skate ou surf? Mais casual? Mais formal? Como vestem-se as pessoas que desempenham a mesma profissão que você escolheu? Sem perder sua individualidade, procure adequar-se a isso.

- Escolha um perfume que você goste e que não seja muito “marcante”. O perfume precisa ser bom, mas não a ponto de ocasionar espirros nos demais.

- É mulher? Se a função permitir, use sempre uma maquiagem leve. Maquiar-se mesmo que levemente (um batom leve, um pó, um rímel...) é sinal de capricho e cuidado consigo mesma.

- Mantenha uma boa higiene pessoal.

- Cuide dos seus sapatos. Não precisam ser novos ou caros. Eles precisam ser limpos.

- Muito cuidado com decotes, transparências, saias curtas, barriga à mostra. Na maioria dos locais de trabalho isso não é bem-vindo (com exceções, é claro!). O que precisa chamar a atenção das pessoas é a sua competência e não seus atributos físicos.

- Atenção aos seus dentes. Parece óbvio, mas uma boa escovação diária ajuda (e muito!) quando você abre aquele sorriso.

- Os cabelos: devem estar penteados e limpos. Em grande parte dos locais de trabalho, um cabelo preso é bem-vindo. Nada de cabelos caindo nos olhos e escondendo o seu cartão de visitas: o seu rosto.

Lembra de mais alguma dica que você queira deixar aqui e contribuir com nossos leitores? Fique à vontade!

Grande abraço!

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A cultura organizacional pode ser um diferencial competitivo? A resposta é sim!

Cultura organizacional diz respeito às crenças, valores éticos e morais, comportamentos, hábitos e políticas de uma empresa. Assim, podemos relacionar a cultura organizacional como sendo a personalidade da organização.

Todas as empresas possuem uma cultura organizacional, independentemente do seu tamanho e do segmento em que atuam. Formalmente instituída ou não, a cultura é responsável por guiar processos, ações e práticas organizacionais, ou seja, é por meio dessa cultura que a empresa cria a sua identidade organizacional!

Não existe cultura certa ou errada, existe cultura que não ajuda a atingir resultados e cultura que ajuda a atingir os resultados. Pode-se dizer que as empresas que possuem uma estratégia cultural clara conseguem apresentar melhores resultados traz para seus stakeholders.

Agora, qual o papel do líder no que diz respeito à cultura organizacional? Disseminação, fortalecimento, etc...

Normalmente, os valores culturais de uma organização são criados pela alta diretoria. Assim, aquela máxima de que o exemplo vem de cima ajuda a entender o peso que um líder tem na cultura da organização.

Dentro de todas as funções que um líder exerce, uma, que é de extrema importância é a disseminação da cultura da empresa... O que a empresa tem como missão, visão e valor deve ser representado na prática pelo líder e, consequentemente, isso reflete na equipe.

É por isso que o papel do gestor ou líder se destaca como figura multiplicadora e fortalecedora da cultura organizacional! Quanto melhor for o relacionamento e maior o poder de comunicação desse líder, mais fácil será chegar até às pessoas o que representa a cultura da empresa e o que ele quer que permaneça.

Uma cultura empresarial eficiente, fortalecida e bem disseminada dentro da organização traz mais objetividade, produtividade e sintonia entre todos os envolvidos, pois é ela que desenvolverá diretrizes, a começar pela forma como os colaboradores vão enxergar o negócio e agir dentro dele, promovendo o comprometimento com algo maior do que os interesses individuais de cada um.

O alinhamento entre pessoas e organização (valores, missão e visão) será sempre o melhor caminho para alcançar o envolvimento e engajamento de toda a equipe.

O que você tem percebido que auxilia na disseminação da cultura desejada dentro da sua empresa? Você percebe que as pessoas estão alinhadas ou não à Missão, Visão e Valores da empresa onde trabalha?

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Com a desaceleração da economia, algumas organizações se veem na obrigação de reduzir seus custos. Porém, aparentemente simples, a tarefa de cortar gastos é muito mais complicada do que se pode imaginar.

Temos de trabalhar com duas notícias, uma boa e outra ruim. A ruim é que 2016 está e continuará sendo um ano difícil. No entanto, a boa é que sabendo disso podemos nos antecipar com algumas ações que podem reduzir os impactos negativos na empresa.

Nós, como Agente de Integração de Estágio, podemos afirmar que recrutar profissionais que ainda estão na graduação tem sido uma das estratégias adotadas pelas empresas diante da instabilidade do mercado.

Enxugar o número de funcionários é uma das medidas de “aperto aos cintos”. Porém, o processo não pode parar, e o estágio é uma alternativa viável para as vagas que não exigem muita experiência.

A aposta nos estagiários como uma mão-de-obra mais acessível é uma forte tendência pelo fato de um estagiário não possuir as tributações de um efetivo, como FGTS, INSS, 13º salários e 1/3 de férias, rescisões... Assim faz sentido que no cenário atual as empresas demonstrem preferência por eles.

Mas engana-se quem vê o estágio apenas como ferramenta para redução de custos! O estágio hoje também é visto como um instrumento essencial para a formação de bons profissionais dentro da empresa. Temos percebido uma maior valorização por parte das empresas no que se refere ao desenvolvimento de carreiras dos estagiários, visando o aproveitamento desses profissionais nos seus quadros efetivos.

Com a nossa experiência de mais de 10 anos no assunto, acreditamos que a contratação desse tipo de mão-de-obra seja uma válvula de escape para enfrentar o atual momento de recessão, sem perder a qualidade. E você, o que pensa a respeito? Se preferir, conte-nos por email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Hoje venho falar de uma experiência que estou vivenciando na minha faculdade, como acadêmica do 7° período do curso de Administração, na turma que organiza o XX Simpósio de Administração de minha Instituição de Ensino.

Simpósio refere-se a uma semana de palestras que ocorre em nossa instituição de ensino 2 vezes ao ano... e os responsáveis pela organização são os acadêmicos do sétimo semestre (nós :D).

Pois bem, o que eu levo de lição dessa experiência? Que conexão podemos fazer com as nossas relações de trabalho?

Listo aqui alguns tópicos que resumem o que aprendi e que podem fazer parte da realidade das nossas organizações!

- Quem não arrisca, não petisca! Quando as coisas não estão dando certo, se eu não tentar algo novo, vou continuar onde estou;

- Braços cruzados também não me ajudarão em nada; ficar lamentando... muito menos;

- Paciência!!! Fundamental ter, pois nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal “cada cabeça, uma sentença”;

- Aceitar opiniões dos outros. Estou recém começando e com certeza existem pessoas muito mais experientes que eu. Toda ajuda sempre é muito bem-vinda!;

- Não é possível fazer tudo, sozinha. Ao trabalhar em equipe, precisamos dividir tarefas.

- Trabalhe, sue e corra atrás! Não é por trabalhar em equipe que devo esquecer minhas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa; deixar de colaborar é outra completamente diferente;

- Motive e reconheça! É fundamental saber o que cada membro está fazendo de valor. Se você é Líder, reconheça;

- Aprenda a lidar com o conflito. Em um grupo, é inevitável que haja choque de opiniões e personalidades. Às vezes é difícil aceitar idéias novas ou admitir que não temos razão, mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Lembre-se: cooperar é diferente de competir;

- Ser participativo! Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas sempre que necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda;

- Só se aprende fazendo, e quando cada um faz sua parte, as coisas acontecem mais facilmente!

Então, após essas reflexões entendo o porquê de termos que organizar este evento: para além de colocar em prática o que é visto na teoria, desenvolvermos a habilidade de entender que precisamos uns dos outros para ir mais longe. Que quando unidos, somos mais fortes!!!

Agora, você concorda comigo que uma das principais competências procuradas hoje no mercado é saber trabalhar em equipe?

Tem experimentado isso em sua empresa? Como vocês têm se saído?

Abraço e até a proxima!

 

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A crise está afetando suas contratações?

Se respondeu que “sim”, temos uma dica que pode ser a grande “sacada” pra sua empresa se manter estável neste momento tão delicado!

Sabemos que, com a instabilidade da economia, muitas empresas precisam reduzir seus custos para se manterem “vivas” no mercado. Porém, essa tarefa mais parece um pesadelo, não é mesmo?

Pois bem, infelizmente, sabemos que este ano de 2016 promete continuar em crise...

No entanto, sabendo disso, é possível antecipar algumas ações importantes que podem ajudar a sua empresa a vencer mais este obstáculo. E nós, separamos uma, bem importante, pra ajudar você e a sua empresa neste momento! :)

Segundo dados do IBGE apontados no início deste ano, a taxa de desemprego já chegou a 9% no Brasil e vem aumentando. Isso se dá, pois a saída que inúmeros empresários encontraram forçados pela crise, foi dispensar vários funcionários, e sabemos bem o porquê: nesse período delicado, fica difícil manter um funcionário devido aos gastos, salgados, com sua folha de pagamento!

Com toda experiência que temos no assunto, nós podemos indicar uma saída viável para sua empresa superar a ausência de mão-de-obra, devido aos funcionários dispensados, e continuar crescendo: contratar ESTAGIÁRIOS!

Isso mesmo, CONTRATAR pessoas, mesmo durante a crise!

Para uma empresa funcionar, ela precisa de PESSOAS que a ajudem a crescer. Ficar muito tempo sem um número ideal de funcionários pode significar regresso.

Além do mais, você tem noção de quantas pessoas estão finalizando a faculdade e estão “sedentas” por trabalho? Podemos afirmar que são muitas, e em razão da crise, elas estão mais dedicadas do que nunca!

Por que isso seria bom para a minha Empresa?

Por que além de ser uma mão-de-obra também qualificada, os custos com a folha de pagamento de estagiários são muito menores em relação a um funcionário normal.

Além disso, os estagiários são “sedentos” para colocarem em prática todo o conhecimento adquirido, e mostram-se, na grande maioria da vezes, ótimos investimentos para uma empresa!

Outro benefício: um estagiário pode atuar em uma empresa por até 2 anos! Dessa forma, você poderia treiná-lo e aproveitá-lo muito bem durante o período de crise, com baixos custos, e depois deste período, ainda pode efetivá-lo!

Segundo os economistas, estima-se que o país comece a voltar ao normal por volta do final de 2017 e início de 2018. Dá bem tempo pra você deixá-lo expert no seu negócio, transformando-o em um grande aliado, e depois que o Brasil atravessar essa “tempestade” chamada Crise, você poderá contratá-lo efetivamente na sua equipe!

Legal, né?

Essa é a nossa dica de ouro pra você!

E tem mais, a busca por esses promissores profissionais está aumentando, principalmente devido à crise e pelos baixos custos de contratação.

Muitas empresas já aderiram a essa solução, até porque, não dá pra deixar uma empresa simplesmente sem colaboradores, certo?

Aqui na Grokker, disponibilizamos para várias empresas o nosso banco de talentos, que hoje tem mais de 41.320 currículos de estudantes do ensino médio, técnico e superior. Trabalhamos nessa área a mais de 10 anos e sabemos bem o que as empresas precisam e como ajuda-las...

E você, como sua empresa está superando esse momento delicado? Conta pra gente!

Dias atrás, em uma conversa com minha diretora sobre o mercado de trabalho, veio à pauta a informação sobre o aumento considerável no cadastro de currículos de candidatos no nosso banco de dados (de novembro de 2015 a janeiro de 2016, ou seja, em apenas 2 meses, o número de novos currículos foi 459% maior!). Isso gerou uma reflexão sobre as causas desse aumento.

Será que o fato está relacionado somente à diminuição da oferta de emprego e à crise, ou há outras causas?

É verdade que muitas empresas estão reduzindo seus quadros devido à crise. Fato inegável. O que às vezes passa despercebido é “por que uns, e não outros” são demitidos?

As empresas com uma gestão mais evoluída normalmente não “demitem por demitir”; elas utilizam critérios.

Assim como existem empresas “amadoras” em seu sistema de gestão, contratação, dispensa de funcionários e incapazes de fazer frente à crise, também existem pessoas “amadoras” em seu trabalho, despreparadas para suportar períodos de maior pressão e auxiliar suas empresas a superar a crise.

Algumas vezes isso acorre por falta de preparo técnico, mas às vezes se dá por falta de comprometimento com a empresas que as emprega.

Então surge uma frase de Peter Drucker que diz que “não existem países pobres, e sim países subadministrados”. Não estamos falando de países, mas sim de empresas... mas essa lógica vale da mesma maneira: não são as empresas que “quebram”; são as pessoas que “quebram”!

As empresas e seus gestores precisam se proteger das oscilações negativas do mercado e então precisam tomar algumas medidas, muitas vezes antipáticas inclusive.

Aí entram as demissões. As empresas normalmente demitem primeiro os “mais deficientes” em termos de resultados. Se isso não bastar, partem para o segundo grupo, que é o das pessoas descomprometidas com as diretrizes da empresa, além de desfocadas dos resultados.

E nessa etapa, muitos perdem seus empregos...

A pergunta que se faz agora é: o que eu estou fazendo para manter o meu trabalho? O que tenho feito “além da média”... além do que a maioria dos meus colegas faz? Como estou usando meu tempo ocioso para ter experiências que de fato agreguem à minha pessoa, a mim como profissional?

Ouço desde que entrei na Grokker (há quase três anos) que o diferencial em relação aos demais, não é o que se fazemos igual a todo mundo, e sim o que fazemos que excede às expectativas não só do chefe, mas também do cliente! É necessário que eu contribua positivamente para o crescimento e destaque da minha empresa no setor de atuação, mas para isso eu preciso estar atualizado sobre assuntos que envolvem a economia e a afetam, que eu veja além do óbvio (que todos enxergam), ou então que eu, além de ver, faça algo para melhorar a situação dia após dia.

Mas... E se eu for demitida mesmo depois de tudo isso? Bom... às vezes isso é impossível de evitar. Mas se isso ocorrer, pelo menos mantive minha empregabilidade e tenho resultados pra contar no próximo processo seletivo.

Que tipo de colaborador você é? Aquele que excede os padrões ou o aquele que contenta-se em fazer apenas o necessário?

A partir de hoje, o que você fará, que não tem feito ainda, para sua empresa passar ilesa pela crise? Por que seu gestor deve mantê-lo no quadro de colaboradores? Faça-se essa pergunta todos os dias. E que motivos sempre existam!

Abraço e sucesso!

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Quem me conhece sabe que não sou uma pessoa tão complicada/exigente, muito pelo contrário, a simplicidade das coisas me encanta. O simples, os detalhes, isso de fato, me chamam muito a atenção.

Pois bem, você deve estar se perguntando onde eu quero chegar com essa conversa.

Meses atrás comecei a frequentar um restaurante da cidade. Já o conhecia; porém, por ele ser um pouco longe do meu trabalho, não me deslocava até lá para almoçar.

Mas isso mudou e muito! Hoje ele não só é a minha primeira opção mas como a minha recomendação para quem me pede indicação. Vou explicar por que!

Batata-frita e bife sempre foi meu prato preferido! No entanto, nas duas primeiras vezes que fui almoçar neste local, não tive a sorte de encontrar essa combinação. Certa segunda-feira perguntei ao dono que estava atendendo no caixa, quando serviriam fritas, e ele prontamente me disse: quinta-feira! Ótimo, quinta-feira estava eu lá. Fui recebida com um gentil sorriso e, aproveitando, emendei: Não deixaria de vir!

Quase vinte dias depois, retornei, agora acompanhada de minha colega de trabalho. E novamente não era dia de batata-frita!

- Que azar, logo pensei.

Servimo-nos, e instantes depois, uma senhora veio até a nossa mesa e nos entregou um prato com batatas-fritas. Rapidamente perguntamos se não era engano, pois não tínhamos pedido. E, graciosamente, ela respondeu: cortesia da casa!

Nesse instante eles me proporcionaram aquele momento “uaaaauuuuuuuuu”, conforme colocado pela minha diretora em um vídeo no nosso Blog (se quiser assistir clica aqui). E essa atitude também me lembra a expressão de que “o sucesso é um conjunto de detalhes”.

Isso me fez entender porque o restaurante sempre está lotado e também a pensar em algumas coisas. Por exemplo, como estamos cuidando dos nossos clientes? Os nossos colaboradores estão aptos para oferecer o melhor atendimento a eles?

Bom atendimento está ligado, entre outros aspectos, ao relacionamento que se tem com o cliente. E o êxito desse relacionamento consiste na habilidade de saber quem é o seu cliente e o que ele deseja, isto é, o que ele considera como VALOR. Contudo, não é possível prestar um atendimento eficiente se a equipe não estiver bem treinada.

O que eu quero enfatizar com isso é que, valorizando os seus funcionários através de treinamento e desenvolvimento, as organizações poderão obter resultados bem acima do que vem obtendo! Independente da área de atuação, o sucesso depende da mesma coisa: satisfação dos clientes que a empresa escolheu em focar.

Como o exemplo do restaurante, não basta ter a melhor comida da cidade, é preciso fazer mais do que isso. As pessoas querem muito mais do que pratos saborosos e bons preços, elas querem ser bem tratadas e sentir prazer em visitar determinado local. E quem pode proporcionar isso são colaboradores, treinados e capacitados para oferecer aos clientes as melhores experiências possíveis.

Se alguém quiser saber o nome do restaurante que inspirou esse texto, é só mandar um email que respondo (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.). O que posso dizer agora é que a comida é uma delícia, principalmente quando eles servem batata frita! :)

Grande abraço.

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Em um texto anterior, comentamos sobre algumas vantagens que sua empresa pode ter ao inserir estagiários no sue quadro de colaboradores.

Dadas as dúvidas que normalmente os gestores possuem e nossa experiência de quase 10 anos atuando na área, listamos aqui algumas perguntas e respostas explicando tudo o que as empresas e estudantes precisam saber sobre o estágio.

Talvez uma delas seja a sua dúvida. Espero que aproveite!

Quem pode ser estagiário?

Estudantes a partir de 16 anos que estiverem frequentando o ensino regular, em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. (art. 1º da Lei nº 11.788/2008);

As atividades de estágio precisam estar relacionadas com a área de formação educacional?

Sim, o estágio deve estar relacionado com a formação educacional do estudante, sendo sempre compatível com o projeto pedagógico do curso;

Qual é a carga horária máxima das atividades de estágio?

I – 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos;

II – 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular. (Art 10 da Lei nº 11.788/2008);

É obrigatória a concessão de remuneração?

Os estágios que não são obrigatórios devem ser remunerados (o valor é definido livremente entre as partes), além da cessão, obrigatória, do vale-transporte. (Art. 12 da Lei nº 11.788/2008);

Estagiário tem direito a férias?

É assegurado aos estagiários, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período remunerado de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. (Art. 13 da Lei nº 11.788/2008);

Em caso de rescisão de contrato, existe alguma multa? É necessário aviso prévio?

Não. A rescisão pode ser solicitada pela empresa ou pelo estagiário a qualquer momento, sem nenhum ônus para as partes;

Qual é o tempo máximo de estágio na mesma empresa?

A duração do estágio na mesma empresa concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quanto se tratar de estagiário portador de deficiência. (Art. 11 da Lei nº 11.788/2008);

O estágio gera vínculo empregatício?

O estágio não é emprego e o estágio não gera vínculo empregatício entre a empresa e o estudante. Dessa forma, o estágio também não acarreta no pagamento de outras obrigações e benefícios como 13º salário, aviso prévio, contribuição sindical, etc. (Arts. 3 e 15 da Lei nº 11.788/2008);

O que são os Agentes de Integração?

São prestadores de serviços que tem o objetivo de:

I - identificar oportunidades de estágio;

II – ajustar suas condições de realização;

III – fazer o acompanhamento administrativo;

IV – encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais;

V – cadastrar os estudantes. (Art. 5 da Lei nº 11.788/2008);

Não é em vão que muitas empresas decidem incluir estagiários em suas equipes.

Apesar de todos os benefícios, algumas organizações ainda não abrem as portas para esse tipo de contratação e muitos estudantes têm dificuldades para conseguir um estágio, deixando as empresas de colaborarem na formação de bons profissionais e os estudantes de adquirirem experiência, ingressarem com mais facilidade no mercado de trabalho e também auxiliar na prática as empresas a atingirem seus resultados.

Eu mesma passei por essa rica experiência quando entrei na Grokker, e lhes digo que são inúmeros e indiscutíveis os benefícios que o estágio traz tanto para o estudante quanto para a organização. Fica a experiência e o aprendizado que faculdade nenhuma consegue ensinar nas salas de aula!

Grande abraço!

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