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Daniele

Daniele

Administradora (CRA/RS 13.798) especialista em Gestão Estratégica e Gestão de Pessoas e Doutora em Administração. Quinze anos de experiência em recrutamento e seleção, consultoria e treinamentos nas áreas comportamental e gestão, com foco em desenvolvimento de lideranças e equipes. Mais de 15 anos de vivência como executiva em organizações de diversos portes e setores. Atuou como facilitadora do Programa/Seminário Empretec e dos cursos Dale Carnegie. É Diretora da Grokker Desenvolvimento Humano. Parceira e instrutora da ABRH-RS. Delegada do CRA-RS. Analista PASport (Personal Awareness System). Voluntária por 05 anos na Junior Achievement, Jovens Empresários e Projeto Pescar.

Olá!

Você já assistiu algum episódio de “Suits”, na Netflix?

Não tenho o hábito de assistir TV, séries... nada. Mas meses atrás acessei “Suits” (Homens de Terno), uma série americana que se passa em um escritório de advocacia fictício na cidade de Nova Iorque. Os protagonistas são Harvey Specter e Mike Roos, advogados de muito sucesso. Harvey, o “chefe” de Mike, é um profissional que dificilmente perde casos.

Analisando essa série, percebi que ela pode trazer alguns ensinamentos para nossa vida profissional com base em algumas caraterísticas de Harvey.

Então resolvi gravar um vídeo com alguns insights.

Espero que goste!

Grande abraço!

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Olá, tudo bem?

Sabe quando a gente se prepara para uma viagem super agradável e ela começa dando meio errado?

O vôo atrasou ainda no Brasil porque o avião vinha dos Estados Unidos onde houve uma nevasca que fechou vários aeroportos por lá.

Então... o que seria um momento trágico, tornou-se um momento mágico... onde pudemos testemunhar um Plano B em ação por parte companhia aérea.

No vídeo (abaixo) conto um pouquinho sobre como eles fizeram isso. Apesar da cara de sono e cansaço, espero que você goste!

Você já vivenciou um Plano B em ação, onde ao final as pessoas ficaram satisfeitas? Conta pra nós!

Abração!

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Olá, tudo bem?

Aqui é a Daniele!

Se desafios como: falta de comprometimento, de engajamento e de iniciativa das pessoas lhe é algo familiar, e por consequência, entregar os resultados esperados de você está cada vez mais difícil, acredito que esse vídeo que gravei em Orlando (USA) será útil pra você.

São dicas práticas que anotei sobre o que os parques da Disney e Universal Studios nos EUA tem feito para ter a cada dia melhores resultados! E eles são modelos de gestão e liderança no mundo todo para pequenas, médias e grandes empresas!

Aprendi muito lá, e divido aqui um pouco com você!

Grande abraço!

Daniele     

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A “Walt Disney Parks and Resorts” registrou um lucro de US$ 5,2 bilhões de dólares somente no último trimestre de 2017!!! Um aumento de 13%! Não se pode negar que é um fenômeno mundial! Um dos maiores exemplos de gestão responsável e geração de valor de todos os tempos!

Mas nem sempre foi assim. Quando um país inteiro sofre com uma recessão, as empresas também acabam sentindo. Foi o que aconteceu na crise de 2008 nos Estados Unidos que impactou todas as empresas daquele país.

A Disney enfrentou essa crise de uma forma pouco usual; e é justamente essa maneira “diferente” de ver as coisas que fazem com que a Disney seja vista de forma diferente pelos seus clientes! J

Tenho estado lá desde 2013, pesquisando, visitando, sendo treinada por eles... Tenho aprendido muito! E acredito que isso pode mudar a maneira como reagimos às más fases das nossas empresas!

Fiz um vídeo de 03 minutos contando isso. Espero que goste!

Enjoy! J

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Um dos assuntos mais comentados das últimas semanas foi a “Reforma Trabalhista”.

Algumas pessoas se manifestaram contra; algumas a favor. A maioria com grandes dúvidas.

Então fomos pesquisar e aqui seguem 11 das principais mudanças:

1- Acordado sobre legislado: a lei que vigorava não deixava claro sobre quais assuntos empresa e representantes dos trabalhadores poderiam negociar. Agora a negociação coletiva, quando houver, estará acima da CLT em 15 itens (entre eles: jornada de trabalho, grau de insalubridade e registro de horas) e lista trinta itens que não podem ser mudados (entre eles: salário mínimo, direito a férias e licença-maternidade). Os limites presentes na Constituição permanecem válidos;

2- Férias: antes poderiam ser divididas em até dois períodos desde que um deles não fosse menor do que dez dias. Agora pode ser dividida em até 03 períodos (se houver concordância de ambas as partes), sendo que um deles não pode ser menor do que 14 dias;

3- Intervalo Intrajornada: antes era de no mínimo uma hora entre jornadas com mais de 06 horas de duração. Agora poderá ser reduzido a até 30 minutos para jornadas com mais de 06 horas de duração (mediante acordo coletivo);

4- Banco de horas: deveria ser compensado em até 01 ano e negociado em acordo ou convenção coletivos. A partir de agora deverá ser compensado em até 06 meses e são permitidos acordos individuais;

5- Contrato intermitente: antes isso não era previsto. Agora será possível contrato sem carga horária fixa e o empregador deverá convocar o empregado com 03 dias de antecedência (e este poderá recusar o trabalho). Se aceitar e faltar sem motivo justo, deverá pagar multa (metade do valor que receberia);

6- Trabalho parcial: até então era de até 25 horas, sem possibilidade de horas-extras e com férias entre 08 e 18 dias, dependendo da carga horária. A partir de agora será de até 30 horas (sem possibilidade de hora extra), ou 26 horas (com possibilidade de hora extra) e férias iguais às dos trabalhadores em tempo integral;

7- Trabalho autônomo: não podia ser exclusivo e caracterizar eventualidade e subordinação. Agora, desde que se faça um contrato formal, pode haver serviço contínuo e exclusivo e isso não será considerado vínculo empregatício;

8- Acordo para demissão: antes a legislação não permitia. Se o trabalhador fosse demitido por justa causa não teria o direito a sacar o FGTS, o seguro-desemprego e não receberia a multa paga pelo empregador. Se demitido sem justa causa receberia o valor de multa (40% sobre os depósitos do FGTS) e poderia sacar o fundo, tendo direito também ao seguro-desemprego. Agora continuam valendo as mesmas regras, mas além destas ambos podem chegar a um acordo para a demissão. Neste caso, o trabalhador recebe a multa de 20% do FGTS, pode movimentar até 80% do fundo e não tem direito ao seguro-desemprego;

9- Contribuição Sindical: este, o item mais combatido pelos sindicatos. Anteriormente, era descontado obrigatoriamente o equivalente a um dia de trabalho como contribuição sindical. A partir de agora cada trabalhador deverá indicar se autoriza o débito da contribuição sindical. Ou seja, não é mais obrigatório;

10- Home Office: até então a legislação não previa esta modalidade. Agora isso poderá acontecer desde que conste no contrato de trabalho. Contratos antigos poderão ser alterados com a concordância das partes;

11- Livre negociação por faixa salarial e nível superior: antes não havia possibilidade. Todos os contratos deveriam seguir as regras da legislação ou, se houvesse, do acordo coletivo. De agora em diante o acordo entre empresas e trabalhadores com nível superior que recebem acima do dobro do teto da previdência (R$ 11.062,62 em julho/2017) se sobrepõe à negociação coletiva.

Não foram somente essas as mudanças, mas essas são algumas das mais importantes. Em caso de dúvidas, sempre afirmamos que o diálogo aberto é a ferramenta mais importante e mais eficaz.

O que você pensa a respeito? Elas facilitarão ou não sua vida como empregado ou empregador? Seu trabalho será afetado por elas?

Esperamos ter ajudado! J

Grande abraço!

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A falta de profissionais qualificados no Brasil é um problema grave.

Não vou discorrer sobre os motivos, que vão desde a educação formal muito fraca, passando pela educação em casa (praticamente delegada para a escola), até a falta de protagonismo e acomodação dos próprios profissionais que não buscam qualificação e desenvolvimento de competências comportamentais relevantes para o mercado atual.

Vou direto para a consequência: muitos desempregados e muitas a vagas sem candidatos com as qualificações mínimas que as preencham. Ou seja, muitas vagas abertas sem ter com quem preenchê-las.

Algumas empresas (principalmente as gigantes de tecnologia) deixam de preencher por ano, cerca de 40% das vagas justamente por falta de profissionais competentes. Como competentes, me refiro à qualificação técnica, mas principalmente às questões comportamentais.

Conforme a revista EXAME, pesquisas sérias mostram que 0,3% dos candidatos iniciantes em grandes empresas são aprovados, o que gera uma grande competição pelos “talentos”. Na fabricante de papel e celulose Suzano mesmo com quase 6 000 inscritos em seu programa de trainee, a empresa havia conseguido preencher somente 26 das 30 vagas. No ano seguinte, apenas 22 dos 8 000 candidatos tinham o perfil almejado para os 26 postos. Em 2016, com um esforço enorme da empresa para atrair mais interessados nas vagas, o número de candidatos mais que dobrou: quase 17 000 jovens participaram do processo de seleção e, finalmente, a Suzano preencheu as 28 vagas definidas. Carlos Alberto Griner, diretor executivo de recursos humanos da Suzano afirma que está tão difícil de encontrar bons candidatos que existe uma concorrência gigante por aqueles que são considerados “talentos”.

E nós, de empresas “normais”, o que podemos fazer para atrair o numero suficiente de candidatos para preencher as vagas que oferecemos? Mais ainda: como atrais os “talentos”?

Muitos executivos têm me perguntado isso. A resposta às vezes se esconde na obviedade da questão, e por isso não a enxergamos.

A melhor forma de atrair os melhores... fazer com que eles se interessem pela nossa empresa, é conscientizar os gestores de que o processo seletivo começa muito antes de abrir uma vaga. É conscientizar todos os gestores de que tudo que é feito dentro da empresa... cada feedback dado (ou não), cada comunicação feita (ou mal feita), cada reunião realizada (produtiva ou não... resolutiva ou não), cada inovação implementada (ou não)... está atraindo ou repelindo candidatos potenciais. O dia-a-dia da empresa e o que os seus colaboradores saem comentando sobre ela é que atraem ou não os melhores candidatos! Antes de a vaga ser atrativa, a empresa precisa sê-lo! E isso é responsabilidade dos gestores.

Portanto, RHs e gestores, invistam no desenvolvimento dos seus profissionais, implantem a meritocracia, façam inovações, proporcionem ambiente que estimule os melhores a darem o máximo de si, promovam os que entregam mais resultados sustentáveis, divulguem claramente as regras da sua empresa, remunerem justamente, deem liberdade balanceada com responsabilidade... Essa é a melhor forma de atrair, ou seja, recrutar os melhores.

Perece muito obvio e é mesmo. Mas é justamente o óbvio, nesta correria por resultados, que precisa ser lembrado diariamente.

O que sua empresa tem feito no dia-a-dia que atrai novos talentos?

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Alta produtividade: cobiçada, incentivada, desejada, cobrada. Nem sempre alcançada. Normalmente, é um dos resultados de se manter focado no que se tem a fazer.

Nas empresas, quando há pouco tempo atrás o que normalmente tirava a atenção era um pensamento distante, ou a conversa do colega ao lado, ou um telefone tocando por alguns segundos... era relativamente fácil manter-se focado no trabalho.

Mas quando tenho à disposição: whatsApp, Facebook, LinkedIn, Skype, Candy Crush, Snapchat, Instagram, Youtube... concentrar-se é tarefa pra ninja!

Brincadeiras a parte, todos estamos rodeados de vários estímulos que podem fazer com que deixemos de focar no trabalho para focar em assuntos que pouco ou nada nos ajudam na obtenção de uma alta produtividade.

E isso tem sido a dor-de-cabeça para muitos gestores.

Como liberar acesso sem que as pessoas abusem desta liberdade e o rendimento baixe? Como proibir e manter a satisfação no ambiente de trabalho? E quando o próprio trabalho depende em certo grau exatamente daquilo que tira o foco?

É o nosso caso aqui na Grokker. Nossa missão é desenvolver pessoas e organizações e para isso criamos conteúdos (como esse!) para nossos clientes e divulgamos oportunidades de trabalho. Como faremos isso sem internet... sem acessar o Youtube... o LinkedIn, e até mesmo o Facebook? Sim, porque embora encontremos muito “lixo” na net, temos também muitas coisas boas! E até porque nem tudo está em livros. Xiii.... e tem alguns livros que encontro somente em formato digital! O que fazer?

Para nortear tudo isso é que servem as normas de cada empresa em relação ao uso de internet pelos colaboradores em horário de trabalho. Temos visto que ela varia muito entre empresas e também entre ramos de atuação. Instituições bancárias, por exemplo, tendem a restringir completamente o acesso. Celulares em algumas empresas devem ser desligados ou deixados no modo silencioso. Algumas restringem em determinados horários ou determinados sites/aplicativos, ou ainda para determinadas funções. Empresas de publicidade já são mais flexíveis e algumas liberam completamente.

Vamos aos dados. O Relatório anual sobre o perfil de uso da internet nas empresas brasileiras realizado pela Lumiun Tecnologia traz alguns bem interessantes:

- 81% delas já orientaram os seus colaboradores sobre o uso consciente da internet em horário comercial. Ou seja, perceberam o potencial de problema que o uso indiscriminado pode trazer;
- 43% monitoraram os sites visitados por alguns ou todos os usuários (e esse mesmo percentual bloqueou o acesso a conteúdos de alguns ou todos os usuários);
- Apenas 3 sites (Google, Facebook e Skype) representam praticamente 4 a cada dez acessos realizados;
- Apenas 10 sites correspondem a praticamente metade dos sites acessados nas empresas pelos colaboradores;
- Redes sociais e serviços de comunicação via internet representam praticamente metade dos acessos bloqueados. Isso porque diversos gestores consideram que acessos a esse tipo de conteúdo comprometem o foco e a produtividade dos colaboradores;
- O turno da manhã concentra o maior volume de acesso ao longo do dia, representando praticamente metade deles;
- Nas redes sociais os mais acessados são Facebook, Twiter e LinkedIn, nesta ordem;
- E por mais incrível que pareça, joga-se nas empresas! Isso mesmo! XBox Live, Candy Crush e MaxGames são os mais acessados nesta categoria;
- E as tentativas de acesso a sites e domínios nocivos representaram 2,9% do total de acessos. Isso significa que a cada 100 acessos, praticamente 3 destinaram-se a endereços com potencial de trazer problemas à segurança das informações das empresas e seus dados. Perigo grande a vista!

Conforme o próprio Lumiun mostra, “o perfil de uso da internet varia de acordo com o segmento da empresa e suas características de gestão e governança. No entanto, de modo geral, pode-se observar que há um grande volume de acessos relacionados a redes sociais, entretenimento e sites nocivos”. É importante saber disso, uma vez que é possível hoje fazer a gestão do acesso à internet, visando o controle de ameaças e o aperfeiçoamento da segurança da informação, não somente visando a produtividade.

Aqui na Grokker é tudo liberado. Damos liberdade e queremos como contrapartida responsabilidade e resultados. Todos podem deixar seus celulares ligados, acessar redes sociais, enfim... podem fazer tudo, desde que não interfira negativamente na produtividade e na segurança das informações. É o melhor? Para algumas empresas pode ser. Para outras, não. Tem dado certo até agora. Mas, se isso mudar e começarmos a dispersar, tratando assuntos pessoais no trabalho? Se não tivermos discernimento e não soubermos separar o que leva ao resultado e o que nos afasta dele? Alguma providência deverá ser tomada. Sensibilização sobre o assunto pode resolver. Informação também pode ser uma grande aliada. Punição em último caso. Mas e se nada disso resolver ou não quero chegar ao ponto de correr esse risco?

Bom, aí entram as vantagens de contratar um firewall UTM.

Mas o que é isso?

É um serviço normalmente baseado em “nuvem” que tem como objetivo proteger as empresas de ameaças da Internet, tornando a rede mais segura e a equipe mais produtiva. Evita ataques à rede da empresa e adiciona uma forte camada de proteção contra vírus e malware, permite a implementação de políticas de acesso à Internet, com regras baseadas na categoria dos sites, níveis de segurança e reputação e horários, classifica o acesso à Internet em categorias e níveis de segurança, evitando o acesso a sites nocivos e indesejados no horário de trabalho, libera e/ou bloqueia determinados sites, conforme necessidade do gestor, disponibiliza informações sobre o uso da Internet na organização, com relatórios contendo os sites acessados, horários, categorias dos sites etc.

Além do Lumiun, há o Sonicwall, o Fortigate, o Fortinet, entre outros. Os valores normalmente são mensais e variam de acordo com o plano contratado, número de licenças (número de equipamentos conectados), porte da empresa entre outras variáveis.

Com valores a partir de R$ 97,00 mensais já é possível ter essa proteção em nossas empresas.

Lembro da época do videogame... Alguns afirmavam que nos tornaríamos “zumbis” através do seu uso. Com a internet aconteceu o mesmo. É claro que alguns “humanos-zumbis” foram forjados nesta época, mas sabemos que são minoria. :) A maioria de nós ainda usa os computadores para produzir mais. E é assim que deve ser!

Este texto, por exemplo, provavelmente não teria sido escrito em menos de um dia se eu não tivesse contado com o auxílio de vários amigos, muitos virtuais, que opinaram, deram dicas, contaram suas experiências. A eles, aqui vai o meu agradecimento. Redes sociais são ruins? Neste caso, meu “não” é categórico.

O que vai definir a política da empresa? Posso agora afirmar que o que influencia é a sua cultura, seu setor de atuação, seu mercado-alvo, as experiências já vivenciadas. Mas nada melhor do que a antiga e tão ainda necessária “liberdade com responsabilidade”!

Este conteúdo te ajudou? Tem mais alguma dica? Aguardamos o seu comentário.

Grande abraço!!!

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A frase de Leonardo Da Vinci “Simplicidade é a máxima sofisticação” há muito tem um significado importante pra mim. Em meu trabalho como consultora, em treinamentos, e até em conversas informais... sempre fui adepta à ideia de que basta o mundo com suas complexidades... precisamos é simplificar as coisas!

Normalmente me refiro principalmente a processos e ferramentas de gestão. Precisamos simplificá-los. E temos tido grandes resultados com esse pensamento (mais isso é assunto para outro post).

O que desejo compartilhar com você hoje, é a experiência que estou vivendo. Exatamente agora. Neste instante.

Estou “acampada”. Amanhã vou me mudar. De casa mesmo. Estamos nos mudando para outro endereço na mesma cidade. Mas mesmo que seja dentro da mesma cidade, muita coisa tem parecido diferente para mim.

Desde uma semana atrás estamos na fase de “encaixotar as coisas”. É caixa que não acaba mais... e entre uma caixa e outra, aprendizados.

Eis alguns deles:

1- Guardamos coisas demais!
Pensando que “um dia poderemos voltar a usar”, guardamos coisas demais. Itens que utilizamos uma única vez. Itens que nunca utilizamos. Itens que, se pensarmos friamente, nunca mais usaremos. Itens que estão um pouquinho estragados e “é só uma olhada, uns consertos aqui e outros ali que fica bom de novo”. Por que fazemos isso? Insegurança? Medo do futuro? “Herança” italiana (essa não pode ser porque meu marido tem outra ascendência e é exatamente assim também!)? Não sei. O que sei é que acumulamos coisas desnecessárias. Isso às vezes acontece com os sentimentos. Rancores inúteis que guardamos para “quem sabe... se um dia eu precisar para me defender”! Mágoas que hoje nada significam... são páginas viradas... mas que insistimos a nos lembrar. Para que? Para absolutamente nada. Melhor deixar o lugar “vazio” para coisas boas e novas do que armazenar “tralhas” que nada tem de utilidade. Só ocupam espaço, um espaço valioso que poderia ser bem melhor utilizado.

2- Podemos viver com muito menos
Tenho vivido (e muito bem!) com 03 mudas de roupa nos últimos dias. Eu, meu marido e minha filha. Cada um com três. Não sou consumista. Ou melhor... achei que não fosse consumista. Mas descobri que sou. Costumo usar o básico pra não perder tempo em frente ao guarda-roupas de manhã e para enfrentar o dia e todos os seus compromissos com a mesma roupa. Por isso de defino como “básica”. Mas mesmo assim... quanta roupa parecida!!! “Vários modelos de camisa básica”. Pode? Isso contando somente sobre minhas roupas e acessórios. Imagina o restante da casa! Decidi me desfazer de muuuita coisa. Que leveza que dá!!! Você não imagina... Eu nem imaginava. Ando mais livre, leve e solta depois disso. Experimente viver com menos. É libertador!

3- Devemos nos desfazer de algumas coisas (mesmo algumas boas)
Ao revisar os itens, doei vários que estavam praticamente novos. Roupas, brinquedos, itens domésticos. Como tenho me sentido melhor sabendo que outras pessoas poderão usufruir daquilo que estava guardado num canto do armário! Tente se desfazer de itens que normalmente você não doaria para uma campanha do agasalho, por exemplo. Doe algo mais importante, mas que não seja imprescindível para você. Você ficará melhor ainda consigo mesmo ajudando outras pessoas.

4- Limpeza da casa é limpeza interior
Você não precisa “mudar de casa” para mudar de vida. Claro que uma mudança de casa pode ser o principal gatilho para decidir mudar de vida. Mas você pode, mesmo sem mudar de casa, mudar alguns móveis de lugar... pintar uma parede de cor diferente... trocar as almofadas... mudar de hábitos... usar aquele jogo de mesa que sempre guardou para um momento especial (que mesmo vivendo muitos momentos especiais, você nunca usou!). O mundo está em movimento e a nossa casa pode acompanhar isso. A nossa vida pode acompanhar isso. Por que não? Fiz uma limpeza (na casa e interior) e a partir de agora tudo que é bom, novo, caro que eu tenho em casa, usarei no dia-a-dia! Afinal... todo dia é especial! Se temos saúde, comida, trabalho, uma casa para morar, uma família para amar, já temos motivos suficientes para comemorar! Podemos fazer todos os dias serem especiais! Assim ficamos até mais leves pra corrermos atrás de nossos “grandes sonhos”!

5- Devemos valorizar o que temos
Ao abrir caixas, armários, arquivos... descobri o quão feliz tenho sido com as escolhas que fiz! Momentos maravilhosos que tenho vivido e que devido à correria do dia-a-dia acabo esquecendo de relembrar para me impulsionar diante dos obstáculos diários. Sua casa é seu refúgio, seu aconchego. É lá que você recarrega as baterias para enfrentar esse mundão! Cuide bem dela e das pessoas que nela habitam. É o que há de mais importante, sem dúvida.

Simplifique! As relações. A rotina. As tomadas de decisão. A vida.

Ela pode ser mais fácil e feliz se a gente quiser.

Grande abraço!

Olá!

Hoje é dia de dar algumas dicas para aqueles que iniciam em um emprego temporário no período do Natal, mas gostariam de ser efetivados após este período.

Após mais de 20 anos de experiência em minha empresa ou auxiliando clientes, acredito que posso ajudar outras pessoas a atingir esse objetivo, compartilhando um pouco do que aprendi.

É uma entrevista que dei para um Jornal, e transcrevo aqui algumas partes:

“O varejo é o setor que mais emprega mão-de-obra temporária nesta época do ano.

Num primeiro momento pode parecer que é um emprego temporário e apenas isso, mas acontece de os empregadores estarem observando os novos (temporários) para (quem sabe), renovar/trocar seu quadro de funcionários.

É claro que “trocar por trocar” não justifica; até porque o custo de uma demissão é muito alto para as empresas. Mas quando o novo funcionário se diferencia demais dos atuais, a troca acontece sim. 

A primeira dica é: não seja igual aos demais; seja muito melhor.

Tecnicamente muitas vezes isso não é possível, porque, afinal, os empregados mais antigos já aprenderam o trabalho, já conhecem o produto, os clientes, os concorrentes... o mercado.

Então a estratégia é diferenciar-se em termos comportamentais. E isso depende somente de você.

Como fazer isso?

Não é difícil...

1- Seja proativo: ofereça-se para ajudar. Olhe ao redor e antecipe-se. Quando se olha atentamente ao redor, descobre-se muita coisa a fazer.

2- ajude aos colegas: a diferença deste para o primeiro item, é que às vezes tentando ser proativo, acabamos sendo individualistas. A dica aqui é estar atento ao que os outros precisam e oferecer-se para ajudar.

3- Uma dica simples: nunca falte ou chegue atrasado. Isso diz muito sobre você. Caso isso seja inevitável, avise a empresa, com um telefonema de preferência (evite usar o whatsApp nestas ocasiões). E retorne ao trabalho assim que isso seja possível.

4- Não seja o “primeiro a sair”: verifique se alguém ainda precisa de você, ou se há algo ainda a fazer antes de ir embora ao final do seu horário.

5- Observe as regras: se não for falado a você as regras da empresa no momento da admissão, pergunte sobre elas. E siga-as.

6- Não reclame do calor, do grande movimento, do trânsito ou do cansaço. Pelo contrário: veja o lado bom. Você está tendo uma oportunidade que muitos não tiveram. Portanto, valorize as oportunidades.

Por último, não desanime caso você não seja contratado ao final do contrato e continue se qualificando. A contratação pode acontecer alguns meses mais tarde nesta mesma empresa, ou ainda você pode ser indicado para outras vagas, em outras empresas caso tenha realizado um bom trabalho. Portanto, agradeça a oportunidade que teve. Agindo assim, você deixa as portas abertas para novas oportunidades”.

Você já teve alguma experiência que à princípio seria temporária mas que se transformou em um emprego fixo?

Conta aí pra nós o que você fez para que isso acontecesse! Talvez ajuda outras pessoas...

Grande abraço!

Olá!

Ufaaa...! Felizmente o mercado brasileiro deu sinal de reação!

O real valorizou-se um pouco em relação ao dólar, as bolsas estão subindo e a confiança tanto interna quanto externa no Brasil parece que aos poucos está voltando.

Isso não significa que o Brasil deu a volta por cima, e sim que talvez tenhamos chegado ao “fundo do poço” e agora começamos a subir.

Então é hora de aproveitarmos o momento, já que outro fator também beneficia as vendas: a proximidade do final de ano.

Mas será que sua empresa vai conseguir aproveitar todas essas novas oportunidades que estão surgindo... ou os seus concorrentes o farão por você?

Pensando nisso, gravei um vídeo de 4 minutos onde conto uma experiência negativa que tive como cliente de uma empresa, e quais reflexões podemos fazer a partir deste tipo de situação para melhorar significativamente nossos resultados, com simples, baratas e eficazes iniciativas.

Espero estar ajudando você a aproveitar esse novo momento do nosso país para consolidar de vez sua empresa no mercado!

Grande abraço!

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