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Juliana Gudolle

Juliana Gudolle

Dias atrás fui até uma loja nova que abriu na cidade, fui bem atendida, vendedoras atenciosas, e acabei saindo de lá com 03 produtos. Assim que entrei no carro avisei em um grupo de amigas (eu e + duas) no whatsApp que estava bem satisfeita com os produtos. Indiquei a loja e até mandei fotos dos produtos para não comprarem igual, hehe. Na mesma manhã uma delas foi até a loja, comprou também, e mandou uma foto no grupo. Pouco tempo depois a outra amiga mandou mensagem no grupo dizendo: “gurias fui na loja! Cheguei às 11:50 e ninguém me atendeu; virei as costas e saí... que raiva!!!”. Eu questionei se ela sabia o motivo, se a loja estava cheia, por exemplo. Ela disse que não estava cheia e que simplesmente não foram até ela oferecer auxilio; deixaram-na sozinha. Não foram atende-la e, inclusive, a proprietária da loja estava presente sentada atrás do balcão. Neste caso não podemos nem colocar a “culpa” nas vendedoras porque a proprietária da loja estava presente.

Provavelmente depois que a minha amiga saiu da loja, elas podem ter pensado “ela não gostou de nada”, “ela só queria olhar”, “ela não tinha dinheiro para comprar”. Enfim, as hipóteses são várias e provavelmente não pensaram o óbvio: “ela vai sair falando mal da loja porque não a atendemos e vai contar isso para as amigas” e foi exatamente o que aconteceu. Não devem ter sequer repensado a sua atitude para não repetir o erro com outros clientes.

Estou contando esta historia que aconteceu comigo porque ela é muito freqüente no dia a dia das empresas e principalmente no comércio, não necessariamente deste jeito, mas de várias outras formas. Ainda vemos muitas empresas e profissionais despreparados, que não estão dando a real importância para o impacto que uma experiência negativa com o cliente pode ter no seu negócio.

Uma empresa/marca é reconhecida pelo que ela FAZ, FALA a e pelo que OS OUTROS FALAM DELA. Pensando no terceiro item e na história que contei, foi uma experiência que começou muito legal comigo, por isso indiquei para outras pessoas, falei positivamente, tirei foto do produto e acabou sendo uma experiência péssima para outra pessoa que também sairá falando da sua experiência negativa, má impressão que ficou da loja para outras pessoas...e assim vai, de boca em boca. Nada bom para uma empresa que acabou de abrir as portas e está tentando atrair clientes em um ramo com bastante concorrência.

Você já deve ter ouvido falar que estamos vivendo a era da experiência. O que isso quer dizer exatamente? Quer dizer que, nos dias atuais, a experiência e a relação que o cliente tem com uma marca são tão importantes quanto o serviço ou o produto que ela oferece.

Com certeza você já deve ter deixado de comprar um produto porque foi mal atendido na loja. Já parou de frequentar um restaurante por causa do atendimento do garçom. Já abandonou um carrinho de compras porque o site era lento ou difícil de navegar... Quando a experiência do cliente não é boa, os impactos podem ser destruidores. É por isso que a preocupação com a experiência que a empresa proporciona para o cliente é tão importante e precisa ser o foco das pessoas que nela trabalham.

Infelizmente, hoje o bom não é mais suficiente no mundo dos negócios. Na maioria das vezes, o que vai marcar mais você não é aquela empresa que oferece o melhor produto ou o mais bonito. Vai ser a que vai oferecer um atendimento surpreendente, um primeiro contato inesperado ou um pós-venda encantador. Isso fará com que você queira revivê-la e ainda contar a experiência positiva que viveu para outras pessoas vivê-la também.

Você já se imaginou comprando um produto ou serviço da sua empresa? Será que os processos estão corretos e garantem a melhor prestação de serviços e atendimento? Será que os clientes estão tendo uma experiência positiva na sua empresa? Será que você está facilitando a vida dos seus clientes? Será que a sua empresa possui um diferencial, um “algo a mais” ou é igual a todas as outras do ponto de vista dos clientes?

Estes questionamentos são importantes para profissionais e empresas que buscam excelência naquilo que fazem e querem se diferenciar no mercado. Nunca se dê por satisfeito, questionar a forma de trabalho da empresa constantemente pode gerar novas perspectivas de melhoria e, com isso, melhores resultados.

Grande abraço!

Quando comecei a trabalhar na Grokker (antes era outro nome fantasia) em 2008, lembro que uma das principais ações de "Marketing" que fazíamos para divulgar nossos serviços era através de divulgações em jornais, distribuição de cartazes e panfletos pela cidade, ligações, envio de email pelo Outlook (de forma operacional). Fazíamos também registros em planilhas no Excel e o nosso site não era estático (e nada comercial). Muitas coisas mudaram praticamente da água para o vinho em 10 anos! Quase tudo o que fazemos é novo. O que fazíamos (e como fazíamos) ficou obsoleto. Tivemos que nos reinventar, adquirir novos conhecimentos, pois hoje o uso de redes sociais, sites, aplicativos, CRM, plataforma de e-mail marketing, marketing de conteúdo é o que facilita a nossa vida e faz com que a nossa empresa seja conhecida, reconhecida e procurada cada vez mais e por muitas outras empresas e profissionais.

Você lembra como era o Marketing da sua empresa há 10 anos ou como se fazia marketing em geral há 10 anos? Se fizer esta retrospectiva acredito que você perceberá o quanto tudo mudou (ou deveria ter mudado).

Por que estou falando isso? Porque hoje vou abordar justamente um desses assuntos: o Marketing.

É praticamente impossível falar de Marketing e não lembrar do guru mundial do Marketing, Philip Kotler.

O Americano, considerado o maior especialista em Marketing, tem uma trajetória incrível. Somado aos dois diplomas em Economia, Kotler ainda fez um pós-doutorado na Universidade de Harvard em matemática e um em ciências comportamentais na Universidade de Chicago. Em 1962, Kotler começou sua carreira como professor universitário na Kellog School of Management e em 1967 publicou, o que hoje é considerado a bíblia do Marketing, o livro Administração de Marketing: Análise, Planejamento e Controle.

Também prestou consultoria para grandes empresas como: IBM, Motorola e Bank of America.

Kotler é uma grande influencia e referencia para o marketing no mundo todo. Suas ideias foram tão importantes que ainda são perenes e muito utilizadas nos dias atuais.

Podemos afirmar que Kotler "deu importância para o Marketing", pois antes dele o marketing não era considerado um trabalho tão importante nas instituições como é atualmente. O americano elevou o Marketing para o centro das estratégias de vendas e gestão das empresas.

São inúmeras as contribuições que Kotler trouxe para as empresas! Aqui listarei algumas destas valiosas lições que podemos aprender com ele. E se você ou sua empresa ainda não as utilizam, sugiro que comecem logo :)

- Cuide para não considerar o Marketing como apenas mais um departamento ou setor da empresa. Kotler enfatiza que o Marketing deve funcionar com uma interdependência quanto aos outros setores e servir como força para a tomada de decisão do seu negócio.

- O Marketing antigo morreu, antes o consumidor não tinha conhecimento da empresa, dos produtos e serviços, só sabia sobre o que via na publicidade e desta forma as empresas detinham toda informação. Hoje, isso mudou, o novo marketing é sobre as mídias sociais e a nova forma de relacionamento com os consumidores. No marketing atual as pessoas buscam informações na internet e perguntam sobre o que querem comprar para seus amigos no Facebook, Instagram, etc. Atualmente o consumidor está super informado e por vezes pode saber mais que o próprio vendedor se o mesmo não estiver bem preparado.

- Muitas empresas ainda se posicionam no Marketing 1.0, onde buscam lucrar oferecendo um serviço de boa qualidade. Este é o Marketing antigo. Procure migrar para o novo modelo Marketing 3.0, onde as empresas não estão interessadas em vender seus produtos somente, mas também em fazer do mundo um lugar melhor e oferecer VALOR para os seus consumidores.

- A inovação deve ser constante. Não basta inovar eventualmente; a inovação deve fazer parte da cultura e do cotidiano empresarial, ou seja, deve ser incansável. Kotler diz: "Se você inovar frequentemente terá muitos fracassos, mas se você não inovar, sairá do mapa. Então, você não tem escolha". Para ele, não manter uma postura de inovação é a forma mais rápida de uma empresa falir.

Exatamente isso que as grandes empresas mundiais como a Apple, Intel, Amazon e McDonald's fazem e é por isso que elas conseguem se manter no topo por muito tempo.

- Ocupe-se em conhecer seus consumidores, pois se antes o marketing de massa que atingia o maior número de pessoa dava resultado, hoje não dá mais; a tendência é o micromarketing ou marketing de precisão. Ou seja, conhecer de perto seus consumidores e oferecer produtos e serviços que se aproximam mais das suas necessidades.

- Seja um porta voz do consumidor, pois uma decisão que não contempla a satisfação ou interesse dele tem tudo para ser equivocada. Por isso, Kotler enfatiza a importância do consumidor fazer parte do processo criativo de produtos e serviços, ou seja, cocriar com a empresa, dar sugestões, ideias, etc.

- Atualmente as redes sociais estão dominando o Marketing, portanto intensifique suas ações nas redes sociais, pois esta é a nova forma de relacionar-se com o cliente. Se sua empresa é somente física, pense na possibilidade de ter compras online, pois muitos consumidores preferem comprar somente pela internet. Também é essencial que a empresa saiba fazer com que todas as mídias utilizadas estejam em sinergia.

- Para Kotler, é de extrema importância que a empresa tenha um funil de vendas, dividido em seis etapas: 1- Prospectar clientes, 2- entender a necessidade do público-alvo, 3- desenvolver soluções, 4- fazer a proposta, 5- negociar os contratos, 6- vender.

Tudo isso ou algumas dessas ideias poderão facilitar e muito o seu negócio!

Espero que tenha gostado, que as dicas sejam úteis e desejo que seus negócios prosperem cada vez mais!!!

Abraço!

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Abrir uma empresa é muito desafiador e para mantê-la, dando uma lucratividade satisfatória, é mais desafiador ainda. É necessário muito controle para se ter um negócio rentável, onde aumentar o lucro não depende somente do crescimento das vendas, mas também de uma boa gestão e de uma melhoria contínua.

Quem não deseja melhorar os resultados (lucros) do seu negócio??? Acredito que 99% dos empresários/gestores SIMMM...,pois o que já esta bom pode melhorar ainda mais!!!

Apesar dos desafios diários que todos empresários possuem, há algumas formas de potencializar o seu negócio que podem ajudar a aumentar o lucro da sua empresa. Por isso, vou lhe mostrar algumas dicas de como fazer isso.

- Publico alvo é importante: Você precisa trabalhar o seu publico alvo e/ou persona para seu negócio crescer, definir quem é ele, suas características, necessidades e, assim, definir estratégias direcionadas, ou seja, é extremamente importante ter um FOCO. Quando falo em público alvo estou falando de características mais abrangentes dos clientes ou prospects. E a persona, é uma representação ideal do seu cliente de forma específica e detalhada. Persona nada mais é que uma representação semi-fictícia criada com o objetivo de definir em uma “pessoa” características específicas do seu publico alvo. 

- Revise criteriosamente suas despesas: Muitas vezes, serviços contratados pela sua empresa não são plenamente usados. Por exemplo, uma linha telefônica que é pouco utilizada, matéria prima excedente e que geralmente se perde, um plano de internet maior do que o necessário, uma assinatura de jornal que não é importante, etc. Analise todas suas despesas e fique somente com o que é realmente necessário e fará diferença negativa caso não tenha. E para aquilo que não pode ser descartado, sempre tenha em mente a frase “de que maneira podemos reduzir os custos”. Às vezes, você pode pensar que reduzir R$5,00 o custo de algo pode não ser tão significativo, porém em 12 meses você terá economizado R$ 60,00 e isso pode impactar diretamente no lucro final juntamente com as demais reduções que terá feito.

- Inovar é preciso: Fazer mais do mesmo, não é o ideal neste mercado extremamente competitivo. Uma coisa é certa, se continuar fazendo o que sempre fez e da forma como sempre fez, provavelmente obterá os mesmos resultados (senão, piores). Torna-se importante, praticamente uma necessidade de sobrevivência, adotar uma postura inovadora, ter novas idéias, implantar algo diferente, inovar num processo... A grande maioria das inovações podem ser feitas sem aumentar os custos, basta ter criatividade. Apostar também em produtos e serviços novos ou que saem do óbvio, tende a fazer as pessoas enxergar maior valor agregado. Com isso, tendem a ficar mais dispostas a consumir.

- Se diferencie: Empresas que têm um diferencial de mercado têm muito mais chances de se destacar e, assim, conseguir mais clientes. Por mais que você confie no seu negócio, é preciso ter bom senso e avaliar o que você pode entregar a mais para o seu cliente além da qualidade do produto ou serviço. O que pode fazer diferente das empresas no mesmo ramo? Uma dica que cabe aqui é melhorar a experiência do cliente na sua empresa, pois ela que fará o cliente comprar, indicar pessoas e retornar.

- Invista em treinamento: Muitas empresas comentem um erro muito grave que é cortar os treinamentos em momentos difíceis. Uma boa forma de aumentar a lucratividade consiste em preparar, qualificar melhor os colaboradores, pois quanto mais competências eles tiverem, melhor será seu desempenho, conseqüentemente mais vendas e maiores ganhos. Se sua empresa não investir em treinamentos, qualificação e melhoria contínua, estará fortalecendo o seu concorrente. Treinamento não é e pode ser considerado “custo” e sim “investimento”. Tendo em vista, que é importante a empresa fazer um levantamento de necessidades e investir naqueles que são realmente importantes, farão a diferença e serão revertidos de forma positiva para a empresa.

Espero que estas dicas possam lhe ajudar!!!

Ótimos negócios!!!

A insatisfação com o trabalho é um problema recorrente nas empresas e que cada vez afeta mais profissionais. Uma pesquisa realizada pela Isma Brasil (International Stress Management Association) apontou que 72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho. Um índice elevadíssimo, não acha?

Falta de concentração e de foco, produção reduzida e distração são algumas das características dos profissionais insatisfeitos.

Porém, nem sempre as causas do descontentamento são externas. Em alguns casos, a fonte do desânimo, desmotivação ou das reclamações constantes pode estar na maneira como o profissional se relaciona com o trabalho ou com a própria vida, mas é muito comum o profissional transferir a culpa do problema para a empresa. Sabemos que nem sempre a insatisfação está relacionada com as atividades realizadas, a profissão escolhida ou o ambiente coorporativo. Às vezes, o trabalho é apenas uma válvula de escape, porque a pessoa está passando por algum momento difícil na sua vida e esta insatisfeita de modo geral.

Veja abaixo alguns sinais que podem indicar que você esta insatisfeito no trabalho: 

- Procrastinação;

- Falta de atenção e foco;

- Erros recorrentes;

- Não cumpre prazos;

- Ausência de cooperação no trabalho;

- Diminuição da comunicação com colegas;

- Desânimo;

- Baixa produtividade e desempenho;

- A rotina do trabalho tornou-se um sacrifício;

- Irritabilidade, mudança de humor;

- Pede folgas ou falta trabalho com freqüência;

- Inicia o dia de trabalho pensando na hora de ir embora;

- Falta de atitude;

- Faz o básico e nada além disso...

Estes são alguns sinais de alerta, se você se identificou e apresenta a maioria destas características saiba que uma das melhores maneiras de identificar se o problema vem de algo interno ou se o problema é mesmo com a empresa consiste no autoconhecimento. Realizar uma reflexão, autoavaliação sobre sua vida pessoal e profissional tornam-se importantes neste momento e podem ajudar a descobrir.

Porém, independente das causas e da origem do problema, todo profissional deve ser protagonista e resolver seus conflitos e insatisfações, sejam eles internos ou externos. Normalmente as pessoas que se colocam no lugar de vítimas, reclamam e direcionam a culpa ao outro, à empresa, em algo externo a ela. Diferente do protagonista. Se este está com alguma insatisfação, toma as rédeas da sua vida e carreira, ou seja, toma decisões e promove mudanças por conta própria.

Sabemos que não é tão simples assim tomar decisões e promover mudanças, porém empurrar o problema com a barriga é pior ainda e as conseqüências podem ser devastadoras para você e para a empresa.

Portanto, seja protagonista!!! Identifique as causas deste descontentamento e faça alguma coisa para melhorar. Mexa-se!!! Se identificar que está passando por algum problema pessoal ou de ordem profissional que está interferindo no seu desempenho na empresa, procure resolver imediatamente. Converse com o seu gestor, explique o que está acontecendo, peça ajuda, pois se ele não souber o que se passa, pensará que é falta de comprometimento seu e, na pior das hipóteses, isso pode gerar um desligamento.

Espero que estas considerações possam lhe ajudar!!!

Até mais!

Você já parou para refletir como está o “relacionamento” da sua empresa com o cliente? Será que está pendendo mais para casamento (união) ou para uma possível separação?

Sabemos que os clientes são o maior ativo de uma empresa; sem eles uma empresa esta com os dias contados para fechar suas portas.

Um bom relacionamento normalmente é o que diferencia uma empresa da sua concorrente. Isso acontece porque, quando você tem uma experiência positiva com a empresa, é bem atendido, é um ambiente agradável, sente que a empresa se importa em ajudá-lo, as chances de voltar a fazer negocio com ela se multiplicam e as chances de procurar uma empresa concorrente diminuem, visto que criou-se uma afinidade com a empresa e sua equipe. Ou seja, um bom atendimento é essencial para manter a satisfação e a fidelidade do cliente.

Apesar disso, muitas empresas ainda pecam em diversos fatores quando o assunto é relacionamento com seus clientes. Má recepção, demora, falta de retorno, insistência, falta de conhecimento do negócio, falta de tato e flexibilidade, são alguns exemplos de condutas inadequadas que fazem com o que o consumidor evite a empresa e vá para a concorrência. Infelizmente, situações como essas ainda são muito comuns no dia a dia das empresas.

Quantas vezes você já entrou em uma loja onde a vendedora parece que está te prestando um favor? Ou você chegou 10 min antes da empresa fechar e foi mal atendido ou atendido às pressas? Ou ligou para uma empresa e foi surpreendido por uma telefonista arrogante ou “mal humorada”. Pois é... este tipo de experiência afasta o cliente e afeta negativamente a empresa. Todos saem perdendo.

Quando bem atendido, o consumidor possivelmente vira cliente, além de indicar o local para seus amigos, parentes, etc. Por outro lado, o mau atendimento provoca um alarde maior. Uma pessoa insatisfeita tende a repassar sua experiência normalmente para uma quantidade maior de pessoas, gerando uma imagem negativa entre aqueles que poderiam vir a se tornar clientes.

Então, pare e pense: O que você faz para construir um relacionamento com o seu cliente? Qual é o diferencial da sua empresa? Onde estou falhando e preciso melhorar?

Separei algumas dicas que irão ajudá-lo a estabelecer um bom relacionamento com os clientes, principalmente se você possui uma empresa onde o atendimento é presencial:

- Treine a sua equipe: É essencial que a equipe que terá o contato direto com o cliente seja treinada e orientada. Mostre para eles como deseja que seu cliente seja recebido e tratado dentro da empresa. Seu time precisa estar alinhado para ter excelência no atendimento.

- Equipe satisfeita e motivada: Certifique-se que seus colaboradores estão satisfeitos com a empresa e que a mesma está atendendo as suas necessidades, pois pessoas felizes e satisfeitas tendem a trabalhar melhor, produzir mais e conseqüentemente realizar um melhor atendimento ao cliente.

- Evite a padronização: Mesmo que sua empresa tenha um padrão de atendimento, faça com que sua equipe tenha sensibilidade para realizar um tratamento diferenciado e personalizado para cada cliente, pois cada um tem necessidades diferentes e é importante fazê-lo sentir-se especial e importante. Tratar o cliente somente como “mais um” é uma grande falha.

- Seja cortês e receptivo: Atenda bem a qualquer pessoa que se dirigir à empresa. Para isso, esqueça seus próprios preconceitos, impressões antecipadas e distorcidas dos clientes.

- Dê as boas vindas: Sempre cumprimente a todos com um sorriso. Esse é um modo de nos mostrarmos agradáveis e receptivos, o que facilita o contato com o cliente. Faça com que ele se sinta bem-vindo, trate-o como alguém importante para a empresa. Procure chamar o cliente pelo nome e procurando pronunciá-lo corretamente.

- Atenda de imediato: Nunca deixe o cliente esperando por muito tempo ou sem ser atendido.

- Demonstre boa vontade: Mostre para o cliente que deseja ajudá-lo. Procure sempre facilitar, resolver, simplificar as coisas para o cliente. Por exemplo: Se o produto que ele deseja esta em falta, descubra quando irá chegar novamente, diga que vai entrar em contato para avisá-lo, etc.

- Aja com rapidez: O tempo é um fator importante na hora do atendimento, seja ágil e assertivo.

- Procure entender o cliente: Faça perguntas para entender quais são as reais necessidades e demanda do seu cliente, assim poderá oferecer o que realmente ele precisa e ele sairá satisfeito. É um erro o vendedor querer “empurrar” para o cliente um produto/serviço que ele não deseja, somente pensando na venda e em bater a meta.

- Fale a verdade: A confiança é a base de qualquer negócio. É preferível assumir uma falha a passar ao cliente a impressão de que esconde ou omite informações importantes.

- Impressione o cliente: Procure impressionar e surpreender o cliente positivamente, proporcionando para ele uma experiência diferenciada e inesquecível na sua empresa, ou seja, algo que ele não encontre nas demais. Pode ter certeza que se fizer isso, você irá conquistá-lo.

E então, o que achou das dicas? Esta no caminho certo ou precisa alinhar algumas coisas na sua empresa?

Espero que estas dicas tenham lhe ajudado e que tenha cada vez mais relacionamentos duradouros com seus clientes.

Abraço!

Para termos equipes alinhadas, engajadas e mobilizadas a partir de propósitos claros dentro das organizações, precisamos de algo extremamente importante que, por muitas vezes pode ser visto como algo básico, fácil e irrelevante. Estou falando da comunicação.

Esse ideal organizacional dificilmente se concretiza se não for estabelecida uma comunicação eficaz entre líderes e colaboradores. A comunicação é capaz de promover e multiplicar mudanças positivas, além de ser fundamental para gerar laços de confiança com equipe, pares, gestores e clientes. A comunicação pode ser considerada determinante para se chegar ou não aos resultados desejados dentro de uma empresa. Por isso torna-se tão relevante falar sobre ela e de que forma podemos aperfeiçoar ainda mais a nossa conexão com o outro.

A comunicação eficaz é um processo bem mais complexo do que enviar uma mensagem, envolve uma série de fatores, alguns inclusive inconscientes.
Seguem abaixo algumas considerações importantes que podem ajudar no seu dia-a-dia.

Podemos dizer que uma boa comunicação é aquela que é capaz de transmitir aquilo que se pretende. Não é somente o que sai da boca, mas também o que chega ao ouvido do outro. E nesse processo vários fatores interferem, pois quando falamos algo, o outro interpretará a partir das suas experiências de vida, da sua bagagem cultural, da sua expectativa em relação ao que esta sendo dito, etc. A escuta é influenciada por todas estas questões e, por isso, o ideal é que o líder busque um padrão de comunicação que seja simples, direto e objetivo para aumentar a sua probabilidade de êxito. O líder deve utilizar recursos que favoreçam a clareza, também deve levar em consideração o seu público-alvo, pois quanto mais conhecer o seu público, mais fácil irá atingi-lo. Podemos dizer que um bom comunicador é aquele que além de se expressar com clareza e simplicidade também consegue ouvir com atenção.

A habilidade de comunicar-se de forma assertiva é uma competência essencial para um líder, visto que é o elemento que vai favorecer a passagem de informações, da inspiração e da motivação para a equipe. Neste caso, não basta somente falar bem, ser bem articulado, atrair atenção, ser persuasivo, se não tiver conteúdo, ou seja, conhecimento. A comunicação é uma competência como as demais que são procuradas em um líder, ou seja, ela resulta do tripé: conhecimento, habilidade e atitude. Com a ausência de alguma delas, o tripé não se sustenta por muito tempo e a comunicação torna-se ineficaz.

Muitas vezes os gestores pecam ao comunicar para seus liderados somente “o que fazer” e “como fazer”, porém torna-se essencial também deixar claro o “por que fazer”, ou seja, o propósito das coisas. Esta informação às vezes é omitida, pois para o líder já é algo conhecido e óbvio e ele tende a julgar que para sua equipe também. Assim, ocorrem muitas falhas na comunicação entre líderes e liderados.

Procure comunicar sempre “o que fazer”, “como fazer” e “por que fazer”. Dessa forma, a comunicação tornar-se mais eficaz, alinhada, podendo gerar maior atitude, motivação, engajamento, além de trazer melhores resultados.

Procure também observar a sua comunicação não verbal, sua imagem, sua roupa, sua postura, sua expressão facial, gestos, movimentos, dicção e tom de voz, pois estudam mostram que estes sinais possuem mais impacto na transmissão de uma mensagem do que a comunicação verbal. Nós somos programados a cuidar mais do verbal, das palavras e acabamos esquecendo o quanto a linguagem não verbal pode ser decisiva de forma positiva ou negativa na nossa comunicação.

Como podemos ver, a comunicação é extremamente importante para um líder por inúmeros motivos. Por isso, torna-se importante o líder constantemente se questionar com relação à eficácia da sua comunicação e procurar desenvolver-se cada vez mais, seja com leituras, treinamentos, atividades práticas, etc.

Você gostou das nossas observações e dicas sobre comunicação? Espero que esta reflexão tenha sido válida para você.

Grande abraço!

Como também atuamos na área de seleção de pessoas, diariamente temos contato com inúmeras empresas de diversos segmentos e porte. Esses contatos nos possibilitam escutar muitas histórias positivas e negativas sobre colaboradores.

Por isso, neste texto resolvi propor uma reflexão sobre um momento de transição que todos profissionais já vivenciaram ou irão vivenciar durante a vida, ou seja, o momento de saída de uma empresa.

Você já pensou se quando saiu das empresas nas quais já trabalhou, saiu de forma amigável? Você deixou as portas abertas?

Já ouvi muitas histórias de profissionais que quando resolveram pedir o desligamento de uma empresa ou foram demitidos pela mesma, começaram a colocar as “garrinhas de fora”, ou seja, apresentaram comportamentos inadequados pelo fato de não estarem mais interessados na empresa, terem outros objetivos, estarem cumprindo o aviso ou às vezes pelo simples fato de sentirem-se desapontados por terem sido dispensados. Parece que “esqueceram” as coisas boas que viveram dentro da empresa, a oportunidade que ela lhe ofereceu quando estava desempregado, o salário que lhe sustentou durante aquele período, as aprendizagens obtidas....

Porque estou falando isso? Pelo fato deste cenário ser recorrente nas empresas, apesar de ser algo muitas vezes inacreditável.

É comum vermos muitos profissionais entrando pela porta da frente nas empresas e saindo pelas portas dos fundos, ou seja, acabam por manchar a sua imagem profissional e sua reputação construída ao longo da sua trajetória na empresa, justamente no momento da sua saída. E, sabemos, que para isso acontecer basta um único comportamento inadequado.

Seguem aqui alguns dos principais comportamentos que profissionais podem apresentar neste momento: não respeitar os horários de expediente, ausências no trabalho sem motivo, não cumprimento de prazo e regras, deixar a empresa na mão (exemplo: sair de um dia para o outro), desânimo para cumprir com suas atividades, falar mal da empresa para outras pessoas, gerar conflito com colegas, entre vários outros.

Você já parou pra pensar que sair bem de uma empresa é tão importante quanto entrar bem? Digo isso, porque sair de maneira inadequada de uma empresa pode ter inúmeras consequências negativas no seu futuro profissional, marcando-o para sempre.

Não iluda-se... as empresas comunicam-se. Mesmo informalmente, elas buscam referências suas onde você já trabalhou.

É importante refletir antes de qualquer atitude: como eu gostaria de ser lembrado? Se pedirem minhas referências, o que a empresa irá dizer?

Sempre é bom que lembrem o seu nome como uma pessoa ética, comprometida, responsável, eficiente, com bons relacionamentos. Quanto mais características favoráveis suas, melhor!

Isto pode facilitar a sua recolocação profissional em outras empresas, bem como, deixar as portas abertas caso em algum momento tenha interesse em retornar, pois nunca podemos prever as voltas que o mundo dá.

Tome muito cuidado com suas atitudes no momento de saída de uma empresa. Isso pode ser decisivo para seu futuro profissional.

Um grande abraço!

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Você já deve ter ouvido falar que grandes profissionais também são bons comunicadores. Além de inúmeras outras competências importantes, um bom profissional também precisa dominar a arte da comunicação assertiva.

 

Podemos afirmar que a comunicação é considerada eficaz quando a compreensão do receptor coincide com o significado pretendido pelo emissor.

 

A assertividade está ligada à nossa maneira de expor e defender nossas posições. Uma pessoa assertiva é considerada transparente nas suas intenções e colocações.

 

Assim, até parece fácil e tranquilo, porém sabemos que grande parte dos conflitos e tensões no ambiente de trabalho deve-se a problemas e falhas na comunicação.

 

Uma comunicação fluida e assertiva são essenciais para evitar possíveis transtornos com colegas de trabalho, líderes e clientes. Isso porque a ocorrência de falhas na comunicação compromete a produtividade, gera perda de tempo, implica em retrabalho e pode ocasionar diversos conflitos dentro da organização, refletindo nos relacionamentos interpessoais e na motivação dos funcionários.

 

Dados publicados recentemente no The New York Times apontam que 89% dos empregadores consideram competência em comunicação quesito fundamental para a contratação e permanência de um profissional. Mas, isso não significa ser uma pessoa “boa de papo”; vai muito além disso. É preciso comunicar-se de forma adequada, eficaz e assertiva.

 

Sabendo disso, seguem algumas dicas poderosas para tornar a sua comunicação cada vez mais eficaz.

 

Tenha conhecimento do que fala: Evite falar o que não tem um conhecimento prévio, evite “falar por falar”, principalmente se for em público. Busque informações a respeito do que quer transmitir para evitar constrangimentos e um discurso vazio e sem embasamento.

 

Seja claro e direto: Para ser assertivo deve ir direto ao ponto, mas cuidado para não parecer agressivo. Expresse suas ideias sem rodeios, concentre-se e fale de forma objetiva, coerente e clara a mensagem que deseja transmitir. Exagerar em detalhes, ser técnico demais ou genérico em excesso são falhas comuns que devem ser evitadas. Se for possível treine o discurso para evitar improviso de última hora.

 

Cuide o vocabulário: É extremamente importante você ter sensibilidade e expressar um vocabulário e conteúdo adequado a cada publico e momento. Nada adianta você utilizar uma linguagem técnica, por exemplo, ou palavras rebuscadas se o seu público não compreender o que você está dizendo. Busque conhecer o perfil do público para o qual irá comunicar.

 

Mantenha o foco: É comum agregar assuntos diversos para reforçar o que deseja comunicar, porém, isso pode ser perigoso e levar você a perder o foco. Se você não tiver cuidado para retomar ao objetivo a conversa pode ir para outro caminho e depois ter dificuldades para atingir o seu propósito inicial.

 

Cuidado com a linguagem: Devemos ter cuidado com o nosso idioma. Quando usamos, principalmente, a forma escrita e não prestamos atenção na forma correta do uso da linguagem, podemos passar uma mensagem diferente daquela que era para ser transmitida.

 

Expressão corporal: Cuide também da sua linguagem corporal, pois a comunicação também é formada pelo uso do corpo. Durante uma conversa transmitimos sinais corporais o tempo todo, podendo transparecer tanto uma boa quanto uma má impressão a partir deles. Você já deve ter presenciado uma pessoa verbalmente falar uma coisa e o seu corpo dizer outra. É importante a linguagem verbal e corporal estarem em sintonia.

 

Use a empatia: Pense em como seria estar no lugar do outro enquanto se comunica.

 

- Saiba ouvir: Um bom comunicador é também um bom ouvinte.

 

A última coisa que gostaria de dizer é: Exercite. Treine. O sucesso na comunicação não virá de um dia para o outro.

 

Espero que estas dicas tenham sido úteis para você para aperfeiçoar ainda mais a arte da comunicação e melhorar ainda mais seus resultados.

 

Abraço!

Eu preciso abrir o meu próprio negócio para ser considerado um empreendedor?

A resposta é “não”. Nós podemos e devemos ser empreendedores dentro da nossa própria área de atuação, empresa ou departamento que trabalhamos, como se cuidássemos do nosso próprio negócio, independente do cargo que ocupamos.

Isto chama-se, Intraempreendedorismo, a versão em português do termo “ intrapreneur”, que significa empreendedor interno, ou seja, empreendedorismo dentro dos limites de uma organização já estabelecida.

Ser empreendedor é uma atitude e não esta relacionada ao cargo ou a posição que você ocupa dentro de uma organização, como muitos pensam. É um comportamento que impulsiona o individuo para o sucesso e consequentemente a empresa que ele atua.

A visão da pessoa empreendedora esta focada no futuro, na superação de desafios, no entusiasmo, comprometimento, engajamento com a organização e no desejo de abraçar as oportunidades que possam surgir. As empresas costumam valorizar pessoas com este perfil e não mais aquelas que ainda acham que cumprir seu horário e suas tarefas diárias é o suficiente para garantir o seu cargo. Se você ainda pensa assim, aqui está uma boa oportunidade para “abrir os olhos” e direcionar a sua carreira de outra forma, antes que uma pessoa com o perfil empreendedor acabe por ocupar o seu lugar.

E quais são as principais características de uma pessoa empreendedora? Vejamos:

- Tem iniciativa e proatividade - Movimenta-se no sentido de aproveitar as oportunidades, de enfrentar os desafios e resolver os problemas de forma criativa, encarando isso como oportunidades de crescimento pessoal e profissional;

- Aceita os riscos e trabalha sob pressão – Aceita os desafios e os riscos decorrentes deles, mas antes se preocupa em avaliar e calcular as alternativas, procurando minimizar os riscos, e não desanima diante da pressão por resultados, sabendo lidar de uma forma adequada;

- Tem motivação e entusiasmo – Possui automotivação relacionada aos desafios e aos objetivos pessoais e profissionais, além de manifestar entusiasmo e defender suas ideias e projetos;

- Busca assegurar a qualidade – Visa atingir 100% de qualidade para evitar o retrabalho, promover a redução de custos e garantir a satisfação do cliente;

- Tem criatividade - Busca soluções alternativas, inovadoras, novas estratégias para os desafios e dificuldades que possam surgir no dia a dia;

- Tem foco no cliente – Dedica-se para deixar os clientes satisfeitos, age com o “cliente na mente”, procurando sempre atender suas necessidades com qualidade e agilidade;

- Define metas - Os objetivos devem ser desdobrados em curto, médio e longo prazos, ter um significado pessoal, ser claros e específicos, desafiantes, possíveis e mensuráveis;

- Busca atualização – Busca estudar e obter o conhecimento necessário dos seus clientes, fornecedores e concorrentes, além de buscar qualificação sobre os mais variados assuntos que julga ser importantes para atingir seus objetivos;

- Tem organização e planejamento – Realiza um monitoramento periódico de seus resultados, estabelece objetivos, planeja suas ações, define metas e prazos;

- Forma sua rede de contatos – Preocupa-se em desenvolver as relações e manter um networking de seu círculo de interesses;

- Tem foco em resultados – Procura não perder o foco, tem persistência e comprometimento, não desanima com as dificuldades, age rapidamente e assume suas responsabilidades sempre visando o resultado;

- Tem habilidade para relacionar-se – Mantém uma postura flexível e aceita críticas, além de buscar a interação de esforços nas equipes de trabalho.

Você ainda tem alguma dúvida se estas são habilidades necessárias e altamente valorizadas neste mundo tão moderno e competitivo?

Colaboradores que agem como empresários/empreendedores, que entregam resultados sem ninguém precisar pedir e cobrar por isso é o “sonho de consumo de qualquer empresa”! É o funcionário que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de perder.

E você, está agindo atualmente como um empreendedor ou não? Identificou-se com algumas das habilidades citadas acima?

Se sua resposta for “sim”, você esta no caminho certo!

Se sua resposta for “ainda não”, não desanime... Mas comece a agir diferente. Com estas dicas você pode mudar sua atitude e assim aumentar sua vantagem competitiva no mercado de trabalho. Pode ter certeza que tanto você, quanto a empresa em que você atua sairão ganhando. E o melhor: só depende de você!

Olá,

Hoje, como muitos costumam dizer e pensar, “o ano começou” de fato, pois acabaram as festas de final de ano e principalmente o Carnaval. Mas, como hoje é “quarta-feira de cinzas”, talvez você ainda escute algumas pessoas dizerem que vai começar mesmo somente na segunda-feira, pois já estamos na metade da semana... J

Estou falando alguma bobagem? Não! Muitas pessoas de fato pensam e vivem assim, ou seja, são especialistas no quesito procrastinar, seja na sua vida pessoal ou profissional.

Mas o que significa isso? Em poucas palavras, procrastinar é a “arte” de deixar para amanhã. É transferir para outro dia ou deixar para depois; adiar, delongar, postergar, protrair...

Mas não se preocupe, pois praticamente todas as pessoas em algumas situações ou momento da vida já procrastinaram algo. Vou citar aqui alguns cenários que provavelmente já aconteceram com você também.

“Preciso iniciar um regime, mas vou começar somente na segunda-feira ou depois do feriado, ou depois daquela viagem que tenho marcada...”
“Preciso começar a ler um livro, mas vou começar depois daquele seriado que estou assistindo terminar...”
“Preciso iniciar um curso de qualificação, mas vou iniciar assim que entrar um dinheiro extra”.
“Preciso entregar hoje aquele relatório que o meu gestor pediu, mas como hoje estou sem tempo vou entregar amanhã”.

E aí, pareceu familiar? Já passou por alguma situação parecida?

Aposto que pelo menos uma vez na vida você deixou para depois algo relativamente importante e que podia ser feito naquele momento.

E pior! Acordou totalmente culpado e estressado no dia seguinte pois o seu prazo está próximo demais e você teve que fazer tudo às pressas.

Esse é o nocivo hábito de procrastinar!

Estudos da Universidade do Colorado encontraram indícios que a tendência à procrastinação e impulsividade estão ligadas a influências genéticas, visto que, muito antigamente os seres humanos não faziam planos para o futuro e sua única preocupação era com o que iam comer naquele dia. Após milhares de anos agindo da mesma forma, podemos dizer que criamos o hábito de agir por impulso, dando importância ao que é urgente e não ao que é prioridade.

Outro fato que contribui para o ato de procrastinar é o tipo da tarefa, ou seja, dificilmente você irá deixar para amanhã um jantar com a família, encontro com os amigos, jogo de futebol...mas faria isso facilmente se a programação envolvesse fazer relatórios, trabalho da faculdade, uma faxina pesada na sua casa, etc.

Isso quer dizer que atividades que envolvem pouco esforço e são mais divertidas são geralmente mais atraentes e o beneficio imediato é facilmente identificado pelo nosso cérebro, pois ele sempre busca economizar energia e, com isso, favorece a atitude de procrastinar.

Claro, que isso varia muito de pessoa para pessoa, dos seus gostos, preferências, desejos, hábitos... mas podemos dizer que na grande maioria é assim mesmo que acontece.

O ato de procrastinar é comum e não há problema quando acontece esporadicamente, mas é importante estarmos alertas, pois quando torna-se um hábito pode ser devastador, e os efeitos podem ser dos mais diversos, como problemas no trabalho, nos relacionamentos e com a saúde.

Ser mais produtivo e atingir alta performance naquilo que faz é atualmente uma questão de ordem. Se você não for, logo logo alguém pode tomar o seu lugar. Pense nisso!

Se você não quer que isso aconteça, vou ajudá-lo aqui com algumas dicas para evitar de uma vez por todas o famoso pensamento “amanhã eu faço”:

- Não inicie o dia procrastinando, esqueça a função “soneca” do celular de uma vez por todas;
- Quando identificar que algo é difícil de começar ou terminar, peça ajuda, pois pode ser mais fácil do que você imagina; mas o simples fato de julgar difícil pode levá-lo a procrastinar a atividade;
- Remova as distrações, tente evitar os “ladrões de atenção”, principalmente as redes sociais no horário de trabalho, pois uma simples “olhadinha” pode levar mais de 01 hora;
- Faça uma coisa de cada vez, apostar em múltiplas tarefas pode ter efeito oposto;
- Crie um check list com as atividades que devem ser feitas naquele dia, mas evite fazer uma lista imensa, pois você corre o risco de não conseguir fazer a metade e acabar ficando desmotivado;
- Diminua seu grau de exigência em relação à perfeição. A busca incessante pela perfeição pode fazer com que você adie seus planos e/ou atividades. Vá aperfeiçoando e melhorando com o tempo. Mas faça;
- Crie responsabilidade e comprometimento. Se você tem alguma coisa muito importante para começar ou terminar, peça que alguém lhe cobre, pois se ninguém souber torna-se mais fácil ainda se sabotar, sendo que ninguém ficará sabendo;
- Faça uso da tecnologia para ajudá-lo, utilize aplicativos para gerenciamento do tempo, agenda online ou agenda do celular com aviso, despertador, bloco de notas do celular, etc.
- Defina metas possíveis, ou seja, se precisa iniciar academia evite se matricular logo de cara 5x na semana, comece por 2 ou 3x na semana e depois aumente caso necessário. Se precisa ler um livro, não coloque como meta ler um livro de 300 paginas em 2 dias, segmente X páginas por dia...assim tudo que parece “assustador” e tende a levar a procrastinação torna-se mais leve e fácil.

Bom, aqui foram algumas dicas simples e que podem fazer a diferença no seu dia-a-dia.

Se você tem alguma dica para evitar procrastinação que já funcionou ou funciona para você, compartilhe conosco, assim poderá ajudar outras pessoas.

Abraço!

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