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Priscila Sulzbach

Priscila Sulzbach

Você já deve ter ouvido falar em uma história parecida com esta: “Pedro era um ótimo pedreiro, de confiança e que entendia “de tudo”. Por isso resolvi promovê-lo a encarregado de obras! Se arrependimento matasse!!! O cara era muito bom, mas virou um péssimo encarregado de obras e tive que demiti-lo... :(”

Bom, eu já vi várias vezes isso acontecer!

Muitas empresas acabam cometendo erros como esse por não conhecer o perfil do seu colaborador e/ou não o treiná-lo para tal função.

O Pedro era um homem que entendia muito do que fazia, tinha um bom relacionamento com os colegas, era calmo e “na dele”. Para o cargo de encarregado, precisava-se de alguém que entendesse de obras. Mas, além disso, precisava tomar decisões, negociar com empresários, cobrar prazos, fazer pedidos... enfim alguém diferente do que ele era.

Outro exemplo de erro que algumas empresas cometem é contratar um novo funcionário somente pelo currículo e não avaliar se ele tem o perfil adequado para a vaga e alinhado à cultura e valores da empresa.

Peter Druker já dizia: “As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelos seus comportamentos”.

Um dos maiores desafios das empresas é selecionar a pessoa certa para o lugar certo. Seja na contratação de um novo funcionário ou na promoção do antigo. Mas como fazer isso de uma maneira mais assertiva? Uma opção é através de avaliações de perfil comportamental.

Todos os seres humanos possuem características de comportamento. E com uma avaliação, podemos entender e prever determinadas atitudes e comportamentos que as pessoas tendem a tomar diante de alguns estímulos ou situações, ajudar a compreender como a pessoa se relaciona com outros, o que o motiva, entre outros pontos igualmente importantes.

Os benefícios de uma avaliação de perfil comportamental são enormes!!! Nós, aqui da Grokker, utilizamos a ferramenta PASport há mais de 15 anos como uma das principais fontes de informações importantes sobre as pessoas e não tomamos nenhuma decisão sem passar por ela, pois possui um índice de precisão de até 94% e é validade pela Universidade de San Francisco (California/USA)!

No mercado hoje temos algumas opções de ferramentas de avaliação de perfil comportamental disponíveis. O PASport é uma das principais.

Se sua empresa ou você ainda não utilizam nenhuma ferramenta de avaliação de perfil comportamental vou pontuar abaixo alguns benefícios se você um dia pensar no assunto:

- Selecionar pessoas certas para os lugares certos;
- Identificar e potencializar capacidades individuais;
- Orientar promoção ou sucessão;
- Autoconhecimento e desenvolvimento pessoal;
- Liderar pessoas;
- Melhorar o relacionamento interpessoal;
- Orientação e aconselhamento da equipe;
- Reduzir o turnover;
- Aumentar a satisfação no trabalho;
- Aumentar a produtividade das pessoas/empresas.

Além disso ao fazer uma pesquisa de Perfil Comportamental (PASport, por exemplo) que pode ser online, será emitido na hora um relatório de em torno de 15 páginas descrevendo detalhadamente os traços básicos comportamentais que são: dominância, extroversão, paciência e formalidade/conformidade. Tudo isso em no máximo 10 minutos!

Esse relatório aponta:
• Resumo do perfil
• Gráfico de intensidade dos traços comportamentais
• Temperamento básico
• Estilo de comunicação
• Estilo de liderança
• Áreas sensitivas e potenciais reações
• Necessidades motivacionais
• Expressão eficaz e ineficaz dos traços
• Nível de energia e vitalidade
• Ajustes a um ambiente de trabalho
• Nível de estresse atual

É de espantar a quantidade de pessoas e empresas que desconhecem esses benefícios e/ou ainda não usufruem dessas ferramentas.

Se você conhece alguma, indique este texto para ajudá-los a chegar a um patamar ainda maior.

Se você já se beneficiou de uma avaliação de perfil, conte-nos sua experiência com ela.

Grande abraço.

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Conhecido como um dos maiores gestores da história pelos resultados extraordinários que alcançou na General Electric (GE), John Frances Welch Jr., ou Jack Welch, nasceu em Salem, Massachusetts nos Estados Unidos em 19 de Novembro de 1935.

Iniciou sua carreira na General Eletric (GE) em 1960 após formar-se em Engenharia Química e com o passar dos anos através de suas estratégias agressivas e de marketing nos setores de plásticos, de bens de consumo e de serviços alcançou constantes promoções. Foi vice-presidente em 1972, vice-presidente sênior em 1977, vice-presidente em 1979, até se tornar o presidente e CEO da empresa em 1981, cargo que ocupou até 2001.

Em 2000 conquistou o prêmio “Executivo do Século” pela revista Fortune e em 2005 foi eleito o “CEO Mais Admirado” dos últimos 20 anos pelos leitores da revista Chief Executive e chamado o “Maior Líder Mundial” da atualidade em uma pesquisa realizada pela revista Fast Company.

Jack adotou uma forma de gestão que nunca havia sido implementada antes! Era inovadora, audaciosa e agressiva ao mesmo tempo. Conseguiu transformar uma empresa estagnada e burocrática em uma das maiores organizações do mundo, posicionando-se entre as número 1 ou 2 em tudo que fazia.

Depois que se aposentou da posição de CEO e Presidente da GE, Jack Welch focou sua carreira como palestrante e escritor de livros, e hoje atua como Diretor em sua própria empresa, a Jack Welch LLC. Ele ainda presta consultoria para empresários ligados à Fortune. Ou seja, mantém uma vida agitada e ativa, mesmo depois de sua aposentadoria.

Foi através de sua trajetória fantástica na GE que podemos obter vários ensinamentos de gestão, liderança e inovação. Inclusive há mais de 50 livros publicados sobre ele, alguns de sua autoria, outros com parceiros ou com seus ensinamentos. Um bom exemplo é o livro: “Os Princípios de Liderança de Jack Welch”, escrito por Jeffrey A. Krames (são 24 lições tiradas de suas experiências).

Durante o tempo em que esteve a frente da GE, Jack teve sua gestão foi dividida em dois momentos, chamados de: Hardware e Software.

1) Hardware: Esse momento foi baseado na implementação de um projeto no qual cada setor tinha o objetivo de se estabelecer entre os número 1 e 2 no seu segmento de mercado. Pensando nisso realizou aquisições de novas empresas e vendeu outras que eram poucas rentáveis ou que pudessem tornar-se futuramente pouco rentáveis. Isso fez sem apego e com foco no futuro, o que levou de uma estrutura de 350 negócios estratégicos para 14 de nível mundial no final da década de 80.

2) Software: Este segundo momento foi focado nos profissionais da empresa, buscando iniciativas criativas, excelência pessoal e compromisso. Desburocratizou as decisões e delegou poderes de decisão aos seus gestores para que pudessem resolver as questões de sua área. E, caso não conseguissem, eram substituídos por quem pudesse resolver. Simples e direto! Procurava-se o melhor para a empresa, pois tinham que ser os melhores. E para isso investiu pesado em comunicação com a equipe. Estima-se que passava cerca de 50% do seu tempo em conversas relevantes com o seu pessoal. Muito coaching (mesmo não sendo conhecido como tal naquela época) e feedback o ajudaram nesta missão de formar e desenvolver pessoas.

Esses dois momentos levaram alguns a chamá-lo de “Jack Neutron” (referência à terrível bomba de neutrons que dizima tudo, mas deixa os edifícios intactos), pois fechou fábricas e demitiu funcionários. Estratégias que o tempo revelou acertadas, mas que demandaram muita coragem e visão de longo prazo dele.

Mesmo nossas empresas não sendo enormes como a GE, ainda é possível aprender (e muito!) com as estratégias utilizadas por Jack!

Inspirados pelo seu exemplo e pelos resultados obtidos, algumas perguntas podem nos ajudar a pensar em nossa melhoria como gestores:

1- Temos reservado tempo em quantidade e qualidade suficientes para observar e melhorar nosso negócio?

2- Temos feito esforços deliberados para o nosso crescimento pessoal e profissional?

3- Somos os melhores em nossa área de atuação?

4- Temos encontrado, atraído, desenvolvido e retido os melhores na nossa equipe?

5- Temos acompanhado as tendências do mercado no que diz respeito a novos produtos ou serviços? Temos feito algo que não somente nos mantenha mas também nos diferencie como profissionais e empresas neste aspecto?

6- Tenho medido os resultados e tomado decisões rápidas para corrigir ou melhorar ainda mais esses resultados?

7- Temos agido para simplificar processos?

As nossas respostas dizem algo sobre como será o nosso legado.

Compartilhe conosco se gostou do texto e o que tem feito para estar entre o número 01 ou 02 no seu setor!

Um forte abraço!

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Com a tecnologia batendo em nossas portas a todo momento, acabamos por não perceber que com o passar do tempo estamos cada vez mais “ligados” ao mundo digital. No trabalho muitos de nós passamos praticamente o dia em frente a um computador; no bolso da calça encontramos um smartphone que é usado para trocar mensagens, consultar e-mails e navegar na web. Quando chegamos em casa, a grande maioria das pessoas dedica-se um bom tempo em frente à televisão para “relaxar, desligar ou descansar” e alguns ainda utilizam o tablet para ler um livro e navegar nas redes sociais (quando não o fazem ao mesmo tempo que olham TV). Se você, como eu, percebe que essa modernidade está prejudicando seu dia-a-dia, dedico esse texto a você.

Essa prática é inicialmente inofensiva, mas com o decorrer do tempo mostrará seus malefícios. Quando ficamos um período longo em frente a um computador, nossos olhos trabalham em dobro, diminuindo o número de piscadas em até 30%, o que leva a uma rápida evaporação do filme lacrimal (uma fina camada de água que recobre os olhos) deixando a córnea seca, o que pode ocasionar irritação, ardência e vermelhidão nos olhos. Quanto mais tempo passamos expostos a isso, maiores podem ser os malefícios, como sonolência, dor de cabeça, desequilíbrio no sono, mal-estar, cansaço e distrações, o que prejudica nossa produtividade.

De acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, ao ficarmos sentados por muitas horas, ainda podemos ter dores nas costas e aumentaremos nossas chances de doenças cardiovasculares, problemas metabólicos, entre outros.

Foi pensando nisso que separei algumas dicas bem simples e práticas para melhorar ainda mais sua vida no trabalho:

1 – Crie um ambiente limpo e organizado: Tire pelo menos uma hora na sua semana para limpar e organizar sua mesa, gavetas, sua sala de trabalho e seu computador, pois em um ambiente limpo e organizado nos sentimos mais estimulados para trabalhar, mais confortáveis, mais satisfeitos, nossos pensamentos ficam mais claros, não perdendo tempo procurando por documentos (sem stress extra). Consequentemente nossa produtividade melhora.

2 – Não seja um multitarefas: Sabe quando você percebe que tem 10 pastas, 5 arquivos, vários e-mails e ainda o sistema operacional... tudo aberto em sua área de trabalho e então bate aquela sensação de desespero? Estudos mostram que quando iniciamos várias atividades ao mesmo tempo é mais difícil concluir um trabalho com êxito. Por mais que você tenha que fazer diversas tarefas, tente ignorar esse fato e focar em apenas uma atividade por vez. Com isso não terá mais aquele sentimento de que não sai do lugar, sendo mais produtivo. E ser produtivo, motiva!

3 - Faça listas: Adote o hábito de anotar suas atividades a serem realizadas. Isso ajuda você a manter o controle de quais são as suas tarefas do dia e à medida que você as risca da lista, terá uma sensação de dever cumprido.

4 - Utilize a regra dos 10 minutos: Essa é uma boa alternativa para reduzir a quantidade de atividades a serem realizadas. Ao chegar ao local de trabalho, analise a sua “lista de afazeres” e veja quais tarefas você consegue resolver por completo em até 10 minutos (e faça imediatamente!). Isso faz com que sua lista seja reduzida mais rapidamente. 

5 – Faça as atividades mais difíceis: Depois de aumentada sua força de vontade tendo realizado coisas pequenas, comece a fazer o mais difícil para se livrar do problema o mais rápido possível. Assim o “sofrimento” acaba logo.

6 - Aproveite as suas horas mais produtivas: Esse é momento de realizar as tarefas mais importantes do dia e fazer seu tempo render. Evite distrações como redes sociais, ligações indesejadas ou interrupções.

7 – Não se cobre demais: Muitas pessoas assumem mais posições e tarefas do que poderiam assumir. Isso é frustrante e faz mal. Não importa quão motivado você for, se você não tiver hábitos saudáveis e uma carga de trabalho decente, você não vai manter esta força de vontade por muito tempo e acabará por se perder ou atropelar as coisas.

8 - Encontre equilíbrio: É preciso que você saiba como encontrar equilíbrio entre seu trabalho e momentos de descanso. Você não conseguirá ter eficiência se não estiver descansado e se forçar a passar muitas horas diretamente em seu local de emprego.

9 – Faça intervalos: Nosso cérebro tem prazo de concentração de 90 minutos, então força-lo para concluir uma atividade após esse período pode resultar em perda de tempo, cansaço e stress por ter que refazer a tarefa errada porque não realizou aquela pausa. É importante realizar pequenos intervalos de 5 a 10 minutos para relaxar a tensão muscular dos olhos, melhorar significativamente sua eficiência visual e refrescar a memória. Prevenindo enxaquecas e problemas futuros de visão. Quando retornar as atividades terá mais agilidade, foco e imaginação.

10 - Faça pequenos alongamentos: Aproveite seus intervalos para movimentar os músculos das costas, pescoço, pés e joelhos. Isso alivia tensões, melhora a circulação do sangue e relaxa o corpo para aguentar mais algumas horas em frente ao computador.

11 – Revise seu posicionamento: A posição que o seu computador está e como você se senta à cadeira faz toda a diferença. Confira abaixo a melhor posição:

Postura12 - Comemorar as conquistas: Não existe nada mais frustrante do que lutar com unhas e dentes, dar o sangue por um propósito e, quando alcançado, nada acontece. É importante criar um ambiente, fazer algo diferente para comemorar as vitórias. Isso renova as energias e você terá ainda mais vontade de alcançar os próximos desafios.

13 – Presenteie-se: Conseguiu atingir aquele objetivo tão esperado? Presenteie-se! Permita-se! Afinal, você merece ser recompensado. E quem melhor do que você mesmo para escolher o presente perfeito?

14 - Escolha sua frase de motivação: existem frases que tocam nosso interior, frases importantes que nos ajudam a lidar com as situações do dia a dia. Escolha aquela frase que renova as suas esperanças de dias melhores, que te inspira a tomar decisões sensatas e atitudes positivas. Faça desta frase a sua frase motivacional e lembre-se sempre dela quando você precisar se motivar. Ou ainda coloque em um quadro em sua mesa, bem à vista.

E então, essas dicas foram úteis para você? Você já percebeu alguns dos sintomas que a tecnologia trouxe consigo? Compartilhe conosco como tem lidado com isso.

Grande abraço!

Nos dias atuais é preciso ter capacidade de adaptar-se a um cenário mais competitivo, “comandado” cada vez mais pela Internet e pela velocidade de inovação. Esses são alguns dos diferenciais que encontramos nas empresas listadas na pesquisa anual feita pela Revista norte-americana “Fortune” e divulgada em Janeiro de 2018.

Essa pesquisa é sobre as “Companhias Mais Admiradas do Mundo”, que foram escolhidas por 3.900 executivos, diretores, analistas e peritos do mundo inteiro.

A empresa fundada por Steve Jobs, a Apple, foi pela décima primeira vez consecutiva a empresa número 01 com uma pontuação geral de 8,53 de um total de 10, destacando-se nas categorias Inovação, Qualidade de Gestão, Responsabilidade Social, Solidez Financeira, Qualidade de Produtos e Serviços e Competitividade Global.

O pódio é completado pela Amazon, de Jeff Bezos, ocupando a segunda colocação na lista e seguida pela Alphabet (holding que controla todas as divisões do Google) que fica em terceiro lugar.

A lista conta com um ranking das 50 empresas mais admiradas do mundo, segundo a Fortune, que são:

1º Apple
2º Amazon
3º Aplhabet (Google)
4º Berkshire Hathaway
5º Starbucks
6º Disney
7º Microsoft
8º Southwest
9º FedEx
10º JP Morgan Chase & Co
11º Netflix
12º Facebook
13º Costco Wholesale
14º American Express
15º Salesforce
16º Nike
17º Johnson & Johnson
18º Coca-Cola
19º BMW
20º USAA
21º 3M
22º Home Depot
23º BlackRock
24º Marriott International
25º Boeing
26º Walmart
27º Goldman Sachs Group
28º Nordstrom
29º Toyota Motor
30º General Electic
31º Delta Air Lines
32º Singapore Airlines
33º UPS
34º Procter & Glambe
35º IBM
36º Exxon Mobil
37º McDonald’s
38º Target
39º CVS Health
40º Accenture
41º PepsiCo
42º Adidas
43º Caterpillar
44º Unilever
45º Intel
46º Visa
47º Nestlé
48º Lockheed Martin
49º AT&T
50º Charles Schwab

Você já parou para pensar em o que essas empresas “referências para muitos” têm feito na prática para se destacarem perante seus concorrentes?

Que tal se “agarrar” em um desses critérios utilizados pela Revista Fortune para aderir em sua empresa? Com um mercado em constante mudança não dá para ficar sempre fazendo as mesmas coisas, da mesma forma, com os mesmos conhecimentos. “Bora” se espelhar nas mais admiradas:

Uma boa dica para iniciar é inovar, já que as pessoas encontram uma infinidade de opções para realizar qualquer atividade e/ou adquirir produtos.

A inovação geralmente é associada à sofisticação e à tecnologia, mas existe uma série de inovações que não requerem nem uma coisa nem outra. Uma simples abordagem ao cliente de forma diferente pode ser considerada como inovação... ou quando conseguimos atribuir novos e diferentes significados a produtos e/ou serviços ao ponto de vista do cliente, gerando uma relação de afeto entre as pessoas e os produtos comprados.

Observe nos pequenos detalhes do seu dia-a-dia, visto que inovar também significa facilitar, fazer algo de uma forma mais fácil e eficaz para seu cliente, melhorando sua experiência.

Veja se nesta lista acima, você encontra uma empresa do mesmo segmento que o seu e observe o que eles tem feito. Mas cuidado! Não precisa focar nas “grandiosas” coisas, nas práticas totalmente disruptivas!!!
Olhe no detalhe! Provavelmente você encontrará ideias/iniciativas bem acessíveis que nunca havia pensado antes . Coisas simples. Falo isso por experiência própria aqui na Grokker: nossa diretora fez uma visita técnica em uma empresa que consta na lista acima e conseguimos “copiar” e adaptar várias dicas de inovação sem investimentos adicionais... E isso que a empresa nem é do nosso segmento!

E então, você já vem acompanhando essas empresas? Tem estudado o que elas estão fazendo de diferente? Tem feito algo? Conte-me sobre. Quem sabe você inspira outros profissionais a tentarem também?!

Grande abraço!!

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O ano passado já é passado. E já é passada a hora de observar se sua equipe ou você mesmo precisa desenvolver novos conhecimentos e habilidades para enfrentar mais um ano de muitos desafios.

Você pode até contar com uma equipe de vendas (por exemplo) comprometida e esforçada, mas ela não consegue se desenvolver em alguns pontos ou superar alguns obstáculos? Pode parecer normal, porém não é o ideal!

A causa mais provável dessa “estagnação” é que essa equipe precisa desenvolver novos conhecimentos e habilidades – ou ainda aprimorar as competências que eles já possuem. E, para isso, não tem outra solução a não ser investir em treinamento.

Existem sinais que mostram se sua equipe está necessitando de treinamentos. Confira abaixo alguns exemplos e veja se está na hora de capacitar o pessoal:

1) As metas não são atingidas: Este é um sinal que pode demonstrar falha no treinamento e no desenvolvimento da equipe e que pode levantar algumas dúvidas: os colaboradores sabem exatamente quais são as metas a atingir? Está claro o papel de cada um dentro da organização? As metas são compatíveis com as competências individuais? A equipe tem conhecimento suficiente sobre o produto ou o serviço? Essas “pequenas” perguntas podem levantar belos motivos para focar em treinamento.

2) Diminuição no número das vendas: Este sinal é bastante grave, pois pode colocar em risco a saúde financeira da empresa. Algumas pessoas acreditam que isso é normal devido a alguns fatores externos, como a crise (o que pode ser sim um dos motivos, mas não se pode acomodar e esperar a crise “passar”). Mas essa situação pode indicar alguns problemas internos, como a falta de técnicas apropriadas de vendas, atualização nas formas de atendimento ao cliente, falta de relacionamento com o cliente, má gestão do CRM, baixo entrosamento da equipe, etc. Esses e outros pontos indicam que pode ser necessário aprimorar a capacitação da equipe.

3) Baixa aderência dos colaboradores as atividades/projetos propostos pela empresa: Essa falta de aderência pode ser alheia a tão conhecida desmotivação, tais como: acúmulo de funções/atividades, falta de reconhecimento, salários incompatíveis, conflitos na empresa... Essas são algumas razões que podem ser sanadas com uma pesquisa de clima; e sendo identificado o problema, fazer um planejamento e/ou treinamento para desenvolver e/ou implantar novas formas de trabalho.

4) Faltas ao trabalho: O colaborador sempre foi “aplicado” e de repente muda seu comportamento. O ponto aqui pode ir além de um simples descaso: falta de conhecimento técnico, falta de clareza em relação à importância do seu trabalho... Treinamento pode melhorar muito a situação.

5) Os processos não são seguidos ou há retrabalho: Na execução das atividades é primordial seguir as técnicas e processos adotados pela empresa, pois tem como objetivo a padronização, eficiência no atendimento e cumprimento de prazos. Quando esses processos não são seguidos ou realizados de forma incorreta podem prejudicar o conjunto. Baseado nisso é de extrema importância uma capacitação para preparar os colaboradores no uso das ferramentas e para mostrar a importância de se seguir os processos.

6) Postura inadequada: Se o colaborador tem atitudes inadequadas com seus colegas ou mesmo diante dos clientes, isso pode apontar que ele desconhece as regras e políticas da empresa. Aqui vale investir no alinhamento sobre a Visão, Missão, Valores e Regras de convívio da empresa. Isso também pode ser feito através de treinamento, apoiado, claro, pela prática dos gestores

7) Reclamação dos clientes: Este caso pode apontar para pelo menos duas direções: ou seu cliente tem uma expectativa superior ao que foi entregue ou o vendedor está entregando abaixo do combinado. Vale aqui um treinamento de alinhamento em relação à experiência do cliente. É claro que para isso antes deve haver uma investigação.

8) Turnover alto: Esse é outro ponto que mexe com a saúde da empresa. É fundamental avaliar os motivos pelos quais os colaboradores deixam a empresa ou são demitidos. Alguns motivos, já citados acima como o baixo desempenho ou desengajamento podem ser neutralizados com treinamentos. Outro ponto a ser levado em consideração são os problemas com a liderança e ou com colegas. Mesmo que esses conflitos não terminem em desligamentos, podem gerar redução da produtividade, má qualidade da comunicação e por fim, desentendimentos que geram perdas de colaboradores... Uma capacitação sobre gerenciamento de conflitos pode ser uma opção. Quando o colaborador percebe que a empresa se preocupa com o desenvolvimento e bem estar da equipe, o grau de engajamento e o sentimento de satisfação tendem a aumentar.

9) Falta de diferenciação diante ao concorrente: Sua equipe é forte, trabalha constantemente e ainda assim parece que seu cliente vê seu produto como mais um. Nesse caso precisa-se utilizar da criatividade, pro atividade, engajamento e uma atualização constante dos novos meios de negociação, técnicas de vendas, comercialização no mundo digital, enfim, investir na inovação.

10) Os colaboradores tem o conhecimento técnico, mas não conseguem levá-lo para a prática: Nos últimos anos, acompanhar as mudanças do mundo tem sido um desafio para as universidades. Formar profissionais com as competências necessárias para o mundo moderno está cada vez mais desafiador. Na prática, dificilmente um colaborador vai exercer uma atividade especifica; geralmente realiza várias; semelhantes mas diferentes entre si. E a lista de novas competências necessárias não para de aumentar. Os treinamentos internos das empresas podem e devem suprir esta necessidade.

Com estes sinais apontados acima, não restam dúvidas que treinar constantemente é a melhor opção para melhores resultados!

Você identificou outros sinais? Ou ainda visualizou algum desses na sua empresa? Compartilhe com a gente qual desses pontos você acredita ser mais relevante para ser abordado em treinamentos.

Espero ter ajudado, grande abraço!

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O que torna uma empresa diferente das demais são as pessoas que nela trabalham, pois são elas que idealizam os produtos, se relacionam com os clientes, executam os processos... Ou seja, são as pessoas que têm o “poder” de fidelizar os clientes, reduzir custos, aumentar a eficiência e o lucro da empresa. É justamente por isso que o endomarketing é tão importante quanto qualquer outra estratégia.

E o que é Endomarketing?

Endomarketing, ou marketing interno, é uma estratégia de marketing institucional voltada para o público interno da empresa. São diversas ações que visam melhorar a imagem e o clima entre os seus colaboradores, conduzindo a uma equipe motivada e reduzindo o turnover, além de atrair profissionais mais qualificados.

As ações de endomarketing são mais do que apenas conceitos de marketing e conta com o uso de conceitos de administração e de gestão de recursos humanos que procuram identificar as necessidades do colaborador, os problemas de clima organizacional e os desafios de engajamento.

Por outro lado, somente conhecer os conceitos de endomarketing não é o suficiente, sua aplicação precisa ser estruturada e bem planejada. Nesse sentido, há algumas etapas:

1 - Defina objetivos e faça um planejamento: para definir os objetivos você precisará ter alguns dados em mãos. Por exemplo, se sua empresa está passando por um momento de desmotivação, a produtividade está baixa ou uma taxa elevada de absenteísmo, seu objetivo pode se relacionar a melhorar esses índices.

A partir daí é planejamento. Quais serão as metas que ajudarão a chegar ao objetivo? Quais os recursos disponíveis? Qual o prazo e quais os indicadores para avaliar a evolução desse processo?

Defina e documente tudo de modo que os resultados possam ser acompanhados e as ações ajustadas.

2 - Crie canais de comunicação interna: a comunicação interna é importante para a implementação de ações que podem auxiliar na melhoria do ambiente. Saia das tradicionais reuniões ou e-mails institucionais. Em vez disso, use a criatividade... crie boletins informativos, utilize a intranet ou até mesmo aposte em aplicativos e comunicadores instantâneos. Mas essa comunicação deve ser acessível a todos até para que os colaboradores possam dar suas opiniões/sugestões e tirar suas dúvidas.

3 - Tenha políticas de benefícios claras: você pode ir além daqueles benefícios que são obrigatórios por lei (vale transporte, alimentação e assistência médica), existem outras possibilidades que podem – e devem – ser exploradas. Algumas empresas investem em vale-academias ou convênios com empresas de bem estar, como cupons de desconto em salões de beleza, barbearias, sessões de massagem, dia do filho no trabalho, etc. O horário flexível e a possibilidade de home office também podem ser pensados em empresas que comportam esse formato.

4 - Tenha uma política de reconhecimento: além de oferecer benefícios, é importante dar atenção para o processo de reconhecimento e feedback para que os colaboradores sintam-se motivados.

Os colaboradores com melhor desempenho mensal ou em determinado produto/serviço podem receber algum tipo de prêmio ou bônus, seja um percentual extra no seu salário, produtos para casa (como eletrodomésticos, por exemplo), viagem ou jantar com a família, ingressos para o cinema, passeios turísticos na cidade, etc.

Essas políticas de reconhecimentos são capazes de aumentar a satisfação em relação à empresa, e assim a probabilidade de que os colaboradores se dediquem mais à melhoria dos resultados empresa, promovendo o crescimento desta, também aumentam.

4 - Desenvolva seus colaboradores: quando uma empresa investe nisso, não só tende a melhorar as práticas internas, mas também a aumentar a qualidade dos seus produtos e serviços e elevar o nível de satisfação dos funcionários por sentirem-se mais capazes e valorizados. Pensando nisso, você pode realizar parcerias com instituições de ensino, como empresas de treinamento, conseguindo descontos, bolsas ou mesmo oferecendo o curso gratuitamente. A empresa também pode investir em sua própria plataforma de ensino. Essa estratégia pode ser fundamental para complementar o programa de plano de carreiras que você eventualmente instituirá na empresa.

6 - Crie espaços e eventos colaborativos: aqui o objetivo é que haja uma troca benéfica de experiências e vivências dentro da empresa. Ter um espaço de descanso para que os funcionários possam conversar brevemente durante suas pausas, por exemplo, pode ajudar a melhorar o clima e favorece a criação de laços mais próximos entre os colaboradores. Outra possibilidade inclui a realização de eventos, como workshops e palestras internas.

7 - Faça pesquisas de clima organizacional: assim como com os clientes, os colaboradores também merecem que seja realizada uma pesquisa de clima organizacional anualmente, pois com os resultados da pesquisa em mãos, é mais fácil criar ações que vão trazer os resultados esperados e manter o bom desempenho dos colaboradores.

Se a comunicação entre os colaboradores da empresa apresenta ruídos ou se as atitudes de colegas apresentam um padrão fora do desejado, isso pode causa desestímulo em relação ao trabalho e desinteresse em certas funções, assim prejudicando nos resultados da empresa.

Entender o que pode ser melhorado nesse sentido permite que a empresa ajuste suas ações internas.

8 - Estabeleça um plano de carreiras: empresas que possuem um plano de carreiras claro e justo transmitem uma imagem de valorização de seus colaboradores e por consequência despertam o interesse de outros profissionais para trabalhar nela.

A boa notícia é que não precisa começar por algo complexo, pode-se iniciar divulgando as oportunidades que surgirem dentro da empresa para seus colaboradores mais capacitados para a função.

Logo após, crie um processo de promoção com os requisitos e regras para participar das seleções muito claros. Com isso, os colaboradores podem buscar por conta própria o seu desenvolvimento e melhorar seus resultados.

9 - Iniciativas de integração: trazer os colaboradores para mais perto da empresa é fundamental para garantir que se identifiquem com o negócio e se sintam parte fundamental dos processos. As iniciativas de integração traduzem, justamente, a proximidade de cada funcionário novo com toda a equipe e com a empresa.

Essas são algumas dicas que podem ser colocadas em prática e obter um retorno em forma de resultados mais consistentes.

Colaboradores mais satisfeitos trazem inúmeros benefícios para a empresa. Então, mostre para eles o quanto sua empresa se importa com o seu bem estar e condições de trabalho. Isso tende a fazê-los se envolver com o processo e sintam-se satisfeitos no dia a dia para trabalhar.

Grande abraço

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Follow up é uma expressão em inglês que significa acompanhar ou fazer o acompanhamento. Quando alguém faz um follow-up, significa que está fazendo um acompanhamento de uma tarefa que já foi iniciada. Esse processo é muito comum nas áreas comerciais e de compras das empresas.

Na área comercial, por exemplo, fazer follow up é quando um colaborador realiza a venda de um produto, e depois de um determinado tempo, entra em contato com o cliente para saber se ele está satisfeito, como está usando o produto, para fazer um mapeamento de novas oportunidades de vendas ou então monitorar aquela proposta comercial enviada e assim fechar negócio.

Todavia, este termo tem uma tradução livre (acompanhar ou fazer acompanhamento), então é comum ver a aplicação em diversos departamentos, e é sobre isso que vou falar agora.

Quando sua empresa estabelece alguma meta, implanta um processo ou gerencia uma rotina constante, é necessário que se façam avaliações do andamento destes. Em princípio, quanto mais freqüente é esse acompanhamento, maior é a probabilidade de identificar desvios e retomar algumas ações para que seu negócio volte para os trilhos.

Um exemplo simples: digamos que sua empresa implantou para todos os funcionários o uso de crachá. Pode parecer “besteira”, mas se não for feito um acompanhamento inicial, logo cairá no esquecimento e daqui um mês uma boa parcela dos colaboradores da empresa, não estará usando mais. Nos primeiros dias, todos até se “policiam” para usar, depois de um tempo (se não for feito o acompanhamento) o Fulano para de usar porque atrapalha nas suas tarefas, o Beltrano não sabe onde guardou e o Ciclano não usa porque seus colegas de trabalho não estão usando e quando se percebe ninguém mais usa.

Follow up é um termo usado para acompanhamento, mas ele não é designado somente para organizações e sim para tudo a seu redor. Você pode usar ele nas suas tarefas do seu dia a dia, com seu filho... Uma boa dica de “Follow up pessoal” é fazer um check list de todas as tarefas que você precisa fazer naquele dia, e de tempo em tempo (pode ser de hora em hora, ou duas vezes ao dia) dar aquela olhada para atualizar o que já foi feito e o que ainda falta fazer.

Então, para que você possa fazer um bom follow up, leve em consideração os seguintes fatores:

- Determine um intervalo de tempo entre as avaliações/checagens. Quando o follow up for com terceiros, esse intervalo deve ser curto o suficiente para permitir intervenções antes que seja tarde demais, e longo o suficiente para que a pessoa sinta que você confia no trabalho dela. Mas observe que as pessoas são diferentes e precisam de follow ups diferentes. Uma cobrança corriqueira para você, pode ser algo agressivo para outro indivíduo. Abordagens diferentes garantem o entusiasmo e a motivação da equipe, e isso reflete na satisfação e no resultado.

- Com o passar do tempo as pessoas se adaptarão a nova atividade/tarefa e o follow up pode começar a ter um intervalo maior.

- Sempre anote o que precisa ser checado/acompanhado para não esquecer de nada.

Se você, como eu, lembra de alguma tarefa ou atividade que deveria estar sendo executada e por falta de follow up (pessoal ou da equipe) hoje já não é mais feito, que tal começar agora?

Quando você parar para pensar sobre essas atividades que já não estão sendo feitas, vai se surpreender com tantas “coisas” simples, mas que se executadas poderiam fazer uma grande diferença. Lembrou de algo, conte-nos sua experiência.

Grande abraço.

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Você já parou pra pensar nos motivos que fazem as pessoas pedirem desligamento das suas empresas?

E quando elas são demitidas... que sentimentos a respeito delas eles levam?

Você sabia que estas informações podem ser colhidas no momento em que a demissão é feita e pode trazer inúmeras e importantíssimas informações para as empresas melhorarem suas gestões e assim atraírem e reterem mais os talentos?

Sim... isso se chama “Entrevista de Desligamento”.

A Entrevista de desligamento” é uma ferramenta muito útil para identificar os motivos que levaram o funcionário a pedir demissão ou então os porquês de ele ter sido demitido do ponto de vista dele e comparar aos motivos do ponto de vista da empresa. É uma oportunidade de melhoria para ambas as partes (empresa e funcionário).

Além de dar apoio ao colaborador que está saindo (nos casos em que ele foi demitido), é importante deixa-lo à vontade para buscar um nível elevado de sinceridade por parte dele. Para isso, a entrevista deve ser realizada de preferência no dia em que manifestou sua vontade de se desligar. Isso porque geralmente nesse dia pode ter acontecido algo em seu ambiente de trabalho que o impulsionou ao pedido e que com o tempo “esfrie” e você acabe perdendo alguma informação importante.

Não deve ser conduzida pelo gestor imediato por razões óbvias. O ideal é que um terceiro conduza essa conversa, sendo o RH um provável e importante parceiro da empresa.

Embora não deva ser obrigatória, quanto maior o percentual de entrevistas, melhor!

O entrevistador deve atentar-se que esse é um momento muitas vezes delicado e precisa ter habilidade para que o momento tenha um aspecto mais informal, porém confidencial.

Durante a entrevista é importante saber interpretar adequadamente os relatos, saber ouvir, fazendo perguntas. Comentários, somente quando estritamente necessário, sem insistir ou pressionar uma resposta.

O colaborador é convidado a dar sua opinião acerca de diversos temas, como: relacionamento com colegas, gestores, remuneração, conduta da empresa, estrutura de trabalho, motivos da saída e outros pontos considerados relevantes pelo profissional de RH.

Abaixo, alguns exemplos utilizados por especialistas para nortear a entrevista de desligamento. Essas perguntas podem servir como base para você adaptar à realidade de sua empresa:

1- Quais os motivos que o fizeram a pedir demissão? (Se for o caso).

2- Que imagem da empresa você levará?

3- Sua experiência foi condizente com o cargo ocupado?

4- A empresa ofereceu as oportunidades necessárias ao seu desenvolvimento profissional?

5- Os objetivos da empresa ficaram claros para você?

6- Sua integração à equipe foi fácil? Sentiu falta de algo?

7- Em sua opinião a empresa valorizou seu trabalho?

8- Houve algum tipo de reconhecimento profissional?

9- Algum fator específico dificultou seu crescimento e ascensão profissional?

10- Suas necessidades foram atendidas pela empresa?

11- Como avaliaria a política salarial de empresa?

12- O que acha do ambiente físico de trabalho?

13- Você tem alguma sugestão para melhorar as instalações físicas?

14- Como descreve sua relação com seu gerente ou supervisor?

15- Como foi o seu relacionamento com os colegas de trabalho?

16- Que nota daria, de 0-10, aos demais setores da empresa e por quê?

17- Qual a sua opinião em relação aos nossos canais de comunicação interna? E em que podemos melhorar?

18- Você tem algum comentário a fazer sobre o trabalho do Setor de Recursos Humanos?

19- Você voltaria a trabalhar conosco? Por quê?

20- Existe mais alguma informação ou assunto que deseja falar ou perguntar, antes de terminarmos esta conversa?

Essas perguntas são sugestões, mas podem ser feitas em modo de questionário com respostas fechadas para facilitar a tabulação dos resultados.

Se sua empresa já realiza entrevistas de desligamento, espero que estas informações o ajudem a melhorá-las ainda mais! Se não utiliza, aí estão algumas opções para começar. Desejo que assim você possa aumentar a retenção de talentos e ainda economizar seu tempo em processos seletivos em busca de novos colaboradores e dinheiro com rescisões.

Se gostou, comente e compartilhe.

Grande abraço.

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Outro dia estava olhando meu facebook e vi um post que tinha por título algo parecido com “O fim do IPVA”. Não seria nada mal se não fosse falso. Logo que abri o tal post, após ler algumas linhas vi que falava sobre uma votação para aprovação no dia 31 de fevereiro de 2017. Data essa que não existe.

Na hora fiquei indignada, várias pessoas compartilhando e curtindo sem ao menos lerem. Foi aí que me dei conta que convivemos com situações parecidas em nosso dia-a-dia.

Em uma reportagem na revista Galileu sobre “um estudo que diz que 25% das músicas do Spotify são puladas após 5 segundos. E que metade dos usuários avança a música antes do seu final. Enquanto isso, no YouTube, a média de tempo assistindo a vídeos não passa dos 90 segundos. O mais chocante desses dois dados é que o uso do Spotify e do YouTube, em geral, está focado no lazer, no entretenimento. Ou seja, se a gente não tem paciência para ficar mais de 90 segundos focado em uma atividade que nos dá prazer, o que acontece com o resto das coisas?”.

Lendo esse trecho, logo se imagina que se uma pessoa não tem paciência para escutar alguns segundos de uma música, vai ter menos ainda para ler um e-mail do chefe que muitas vezes é importante. Ou vai dizer, que você nunca “pulou de parágrafo em parágrafo” tentando adivinhar tudo? Em alguns casos você até começa a ler o texto, mas se ele não te “prende” nas primeiras linhas, provavelmente não o terminará.

E para não achar que é exagero, pode acompanhar nossas postagens nas redes sociais, você não deve demorar muito para ver alguns questionamentos (nos comentários) sobre “como eu faço?”, “o que precisa?”, sendo que na maioria das vezes tem todas as informações no próprio post. Ansiedade ou a Geração?

A reportagem fala ainda que “Nas redes sociais, um link dura em média 3 horas. Esse é o tempo entre ser divulgado, espalhar-se e morrer completamente.” Isso acontece porque nossa timeline trabalha 24 horas por dia, são muitos conteúdos, fotos, vídeos que as pessoas veem ao mesmo tempo, então vão logo curtindo, opinando (mesmo sem ler) ou dando aquela compartilhada marota só pra mostrar que estão por dentro. Mero engano, para elas mesmo.

Bom, isso tudo pode ser parte do seu cotidiano e não lhe culpo por isso. Vivemos em um mundo “de correria” e não temos tempo para ler ou acompanhar tudo. Mas o que gostaria de refletir aqui hoje é sobre como isso tem afetado nossa vida profissional. Temos dado a devida importância, ou seja, temos lido com atenção matérias, documentos, e-mails que passam por nós diariamente e que são importantes?

Em um mundo onde todos produzem conteúdos (bons ou maus), precisamos selecionar melhor o que estamos compartilhando e ler mais assuntos que realmente nos edifiquem, que nos façam crescer como pessoas e profissionais.

Pensando nisso, separei algumas dicas simples para você:

- Antes de compartilhar, procure no Google ou no seu buscador preferido. Busque por informações-chave relacionadas à notícia. Se não houver outros sites ou então se encontrar várias, mas todas elas forem cópias, desconfie.

- Mesmo que você não desconfie da notícia, sempre busque verificar a fonte original. Se o assunto for sobre uma figura pública, é bom conferir nos canais oficiais da pessoa ou se há uma entrevista original, publicada em um veículo de confiança. Também é importante ficar atento a perfis falsos.

- Muitas fotos que circulam nas redes sociais são montagens. Antes de compartilhar foto que supostamente é de uma revista, por exemplo, confira no próprio site do veículo, ou faça uma busca reversa, que procura a imagem no Google. Se encontrar a mesma imagem em versões parecidas ou em outros lugares, pode ser montagem.

- Para qualquer tipo de informação recebida via Whatsapp e Facebook, há sites dedicados exclusivamente a pesquisar e confirmar (ou não) os boatos. Dois dos mais famosos são o E-Farsas e o Boatos.org. O esquema abaixo pode ajudar bastante:

boatos internet3

- Como já vimos antes, leia a matéria completa. O título de uma publicação pode ser modificado, por isso, evite compartilhar material sem ler todo o conteúdo.

- E por fim, não se detenha a compartilhar fofocas, notícias de tragédias e as tais “correntes”. Isso pode gerar uma imagem ruim a seu respeito em um processo seletivo, por exemplo. Procure utilizar as redes sociais para se aproximar das pessoas queridas a sua volta e para desenvolver-se pessoal e profissionalmente.

- A última dica é: procure sites e blogs que contenham conteúdos relevantes para você e sua profissão. Geralmente esses meios tem uma forma gratuita de registrar seus contatos. Assim sempre estará por dentro dos acontecimentos em sua área de atuação e obtendo novos conhecimentos.

Além das dicas que colocamos acima, você teria mais alguma para compartilhar conosco?

Um grande abraço.

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O final ou o início de cada ano é normalmente o momento de planejar as ações para os demais meses, seja de investimentos, despesas ou receitas.

Para investimentos em treinamentos também deve funcionar assim.

Com as experiências que tivemos ao longo dos tempos com nossos clientes e parceiros, percebemos o quanto é necessário ter como base informações relevantes e consistentes para propor ações eficazes de treinamentos. Se você está nesta época em sua empresa, abaixo listamos algumas técnicas/meios que podem lhe ajudar ao fazer o levantamento das necessidades de treinamentos em sua empresa.

Inicialmente, você pode fazer uma retrospectiva das atividades realizadas na empresa nos últimos 12 meses, das lições aprendidas e do que poderia ter sido feito até o momento, mas o primordial é realizar o Levantamento das Necessidades de Treinamento (LNT).

Os meios mais comuns utilizados para o LNT são:

1. Avaliação de Desempenho: através da avaliação de desempenho é possível descobrir necessidades de aperfeiçoamento pontuais e/ou corporativos, além de identificar os profissionais que possuem maior necessidade de desenvolvimento e/ou oportunidades de promoção/ajustes;

2. Observação: Esteja atento para os fatos. Onde estão os resultados ineficientes, onde há manutenção excessiva de equipamentos, atrasos em cronogramas, desperdícios de materiais, insatisfação no clima, problemas disciplinares, alto absenteísmo???;

3. Questionários: fazer questionários para extrair fatos em evidência e trazer a tona situações e necessidades de treinamento não identificadas;

4. Solicitação das áreas: Analisar as solicitações dos líderes, pois geralmente ficam mais propensos a solicitar treinamento para seu pessoal quando a necessidade já atingiu um nível alto;

5. Entrevistas: Manter uma comunicação aberta e constante com todos os gerentes e líderes para identificar os pontos de melhorias;

6. Reuniões entre áreas: conversas entre áreas acerca de processos interligados, problemas operacionais, impactos de ações;

7. Avaliações Técnicas: exames de conhecimentos técnicos e profissionais para mensurar o conhecimento específico para a execução de determinadas funções ou tarefas;

8. Modificação de processos: Toda vez que houver mudança de processos, regras e/ou procedimentos, sejam parciais ou totais, é imprescindível preparar os colaboradores para esse novo contexto. Em alguns casos, ações de comunicação são suficientes, em outros é necessário realizar treinamentos;

9. Entrevistas de Desligamento: é uma excelente oportunidade para obter informações, já que o profissional pode dar uma opinião sincera sobre a empresa e sobre os motivos que levaram a sua saída. Assim, contribuindo para a identificação de oportunidades de melhoria corporativas, de área e até de liderança;

10. Relatórios: analisar relatórios fornecidos pelas mais diversas áreas da empresa tais como reclamações no SAC, cumprimento de prazos, indicie de Turnover.

Para finalizar, sabemos que identificar as reais demandas de treinamento é uma preocupação constante. Uma dica prática é encontrar a forma e/ou os meios mais adequados à sua cultura para realizar o levantamento de necessidades de treinamento. Independente de qual meio você utiliza, estabeleça prazos, processos e programas que gerem resultados dentro de um orçamento acessível.

Esperamos que esse conteúdo tenha sido válido para você.

Grande abraço!

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